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Walter Barros
Escrito por Walter Barros,Redator
Lucas Caram
Revisado por Lucas Caram,Editor da Equipe

Cardano firma parceria com a UnB para criação de laboratório blockchain, IA e outras tecnologias

Fundação Cardano e a Universidade de Brasília (UnB) firmam colaboração técnica estratégica para promover pesquisa, educação e as aplicações práticas de blockchain e tecnologias emergentes no Brasil e na América Latina.

Cardano firma parceria com a UnB para criação de laboratório blockchain, IA e outras tecnologias
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Resumo da notícia:

  • Fundação Cardano e UnB firmam parceria para promover pesquisa, educação e aplicações práticas de blockchain, IA e outras tecnologias.

  • Colaboração prevê criação do primeiro Laboratório de Desenvolvimento do Projeto Cardano na América Latina, a ser lançado na UnB.

A Fundação Cardano anunciou na última quarta-feira (6) que firmou uma parceria com a Universidade de Brasília (UnB), prevendo colaboração técnica estratégica para promover pesquisa, educação e aplicações práticas de blockchain, inteligência artificial (IA) e outras tecnologias emergentes no Brasil e na América Latina.

A parceria entre a organização suíça sem fins lucrativos que atua como o núcleo de suporte e promoção da blockchain Cardano e a universidade brasileira tem como componente central a criação do primeiro Laboratório de Desenvolvimento do Projeto Cardano na América Latina, a ser lançado na UnB.

A convergência da expertise global da Fundação Cardano e da liderança acadêmica da Universidade de Brasília cria um ambiente único para a inovação responsável no setor público, oferecendo soluções que vão muito além do domínio financeiro, disse a professora da Faculdade de Engenharia da UnB, Claudia Jacy Barenco Abbas.

De acordo com a Fundação Cardano, o laboratório funcionará como um centro de inovação multidisciplinar focado na interseção de infraestrutura pública de blockchain (Cardano), IA, Internet das Coisas (IoT), soluções de identidade digital e governança e infraestrutura digital sustentável e escalável. O objetivo é fomentar a pesquisa aplicada, a experimentação e o desenvolvimento de casos de uso no mundo real, com forte ênfase em soluções adaptadas às necessidades do setor público.

O líder de Desenvolvimento de Negócios para a América Latina na Fundação Cardano, Rafael Fraga, enfatizou a importância de construir capacidade a longo prazo na região dizendo que “esta colaboração visa criar as condições para a adoção sustentável da blockchain na América Latina”.

Ao trabalharmos em estreita colaboração com instituições acadêmicas de ponta como a UnB, não estamos apenas apoiando o desenvolvimento técnico, mas também permitindo que talentos locais, pesquisas e empreendedorismo cresçam em torno de casos de uso reais que possam ser expandidos para além da região, comentou.

Principais áreas de colaboração

De acordo com os termos, a Fundação Cardano e a UnB colaborarão nas seguintes áreas:

  • Programas acadêmicos e desenvolvimento curricular;

  • Curso completo de um semestre sobre a blockchain Cardano;

  • Integrar o ensino de blockchain em programas de graduação, pós-graduação e formação executiva.

  • Projetos de pesquisa e desenvolvimento;

  • Exploração conjunta de casos de uso inovadores envolvendo a blockchain da Cardano, incluindo administração pública, identidade digital, cadeias de suprimentos e integridade de dados;

  • Capacitação de líderes do setor público;

  • Programas de treinamento e workshops elaborados para capacitar formuladores de políticas e funcionários públicos com conhecimento sobre blockchain e tecnologias emergentes;

  • Desenvolvimento do ecossistema de inovação;

  • Colaboração com startups, entidades governamentais e parceiros do setor privado para cocriar soluções com impacto no mundo real.

A fundação acrescentou que o Laboratório Cardano na UnB também servirá como porta de entrada para um envolvimento regional mais amplo, promovendo tecnologias descentralizadas com um impacto social.

Recentemente, a USP também lançou o “Tá certo isso AI?'", chatbot de checagem de fake news pelo WhatsApp, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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