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Walter Barros
Escrito por Walter Barros,Redator
Lucas Caram
Revisado por Lucas Caram,Editor da Equipe

Brasil aporta R$ 13,5 milhões e segue recuperação global dos fundos de criptomoedas

Investidores nacionais mantêm entradas líquidas pela terceira semana consecutiva de otimismo dos ETPs cripto, apesar das incertezas geopolíticas.

Brasil aporta R$ 13,5 milhões e segue recuperação global dos fundos de criptomoedas
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Resumo da notícia:

  • Investidores brasileiros seguem otimismo global e investem R$ 13,5 milhões semanais em fundos de criptomoedas.

  • Acumulado global na terceira semana otimista consecutiva chega a US$ 1,06 bilhão, apesar das incertezas geopolíticas.

  • EUA respondem pelo maior volume de entradas líquidas em fundos cripto, capitaneados pelo Bitcoin e Ethereum.

  • Melhores desempenhos são de ETFs da BlackRock.

Investidores do Brasil aportaram líquidos US$ 2,5 milhões, R$ 13,5 milhões, em fundos de criptomoedas no acumulado semanal de sexta-feira (13), segundo a CoinShares.

Fonte: Reprodução/CoinShares.

De acordo com a gestora de criptomoedas, o período registrou US$ 1,06 bilhão em entradas líquidas e marcou a terceira semana consecutiva no azul dos produtos negociados em bolsa (ETPs) baseados em criptomoedas, apesar das incertezas geopolíticas ocasionadas pelo acirramento dos conflitos de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Segundo a CoinShares, os fundos de criptomoedas acumularam aumento de 9,4% desde o início dos bombardeios, representando US$ 140 bilhões em entradas líquidas.

Regionalmente, o monitoramento mostrou que a pressão compradora foi liderada pelos EUA em líquidos US$ 1,02 bilhão. Além do Brasil, Hong Kong, Canadá e Austrália foram na mesma direção ao registrarem depósitos líquidos de US$ 23,1 milhões, US$ 19,4 milhões e US$ 10,4 milhões, respectivamente. Itália e Nova Zelândia, além de outros países, também registraram leve pressão compradora.

Em direção contrária, a Alemanha apresentou o maior volume de saques semanais de fundos de criptomoedas, US$ 17,1 milhões líquidos. Suécia e Holanda apresentaram recuos em menor volume, por respectivas saídas líquidas de US$ 500 mil e US$ 200 mil.

Em relação ao Brasil, o relatório destacou que o país da América do Sul registrou avanço líquido mensal e anual sobre os fundos de criptomoedas, em respectivos US$ 3,7 milhões e US$ 51 milhões. Por outro lado, o país caminhou de lado ao registrar US$ 1,14 bilhão em total de ativos sob gestão (AuM, na sigla em inglês), montante que manteve o Brasil na sexta posição global. Nesse caso, EUA, Alemanha, Canadá, Suíça, Suécia, Ilhas Cayman, Hong Kong, Austrália, Holanda, Luxemburgo e França registraram respectivos AuM de US$ 116,39 bilhões, US$ 6,08 bilhões, US$ 5,33 bilhões, US$ 4,78 bilhões, US$ 2,3 bilhões, US$ 864 milhões, US$ 653 milhões, US$ 471 milhões, US$ 128 milhões, US$ 104 milhões e US$ 86 milhões. Já o AuM global fechou a semana em US$ 139,81 bilhões enquanto outros países chegaram a US$ 1,42 bilhão.

A aferição direcionada aos criptoativos mostrou que os maiores volumes de entradas líquidas semanais foram de ETPs de Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Short Bitcoin, Sui (SUI), Chainlink (LINK) e cestas multiativos, enquanto fundos de outros criptoativos somaram líquidos US$ 3,3 milhões. Pelo contrário, o movimento de retiradas foi liderado por fundos em XRP e Litecoin (LTC), por respectivas saídas líquidas de US$ 76,1 milhões e US$ 300 mil.

Por fundos cripto, os principais volumes de investimentos líquidos semanais foram dos iShares (de BTC e de ETH) da BlackRock, Fidelity e Bitwise, por respectivas entradas líquidas de US$ 790 milhões, US$ 247 milhões e US$ 25 milhões, enquanto outros fundos totalizaram US$ 62 milhões em entradas líquidas semanais. Em direção oposta, as maiores saídas líquidas no período foram do ProFunds, CoinShares e Grayscale, respectivamente de US$ 41 milhões, US$ 13 milhões e US$ 8 milhões.

Na semana anterior, os investidores nacionais desaceleraram, mas seguiram a recuperação global dos fundos de criptomoedas, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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