
Bitget Wallet expande QR Code em pagamentos com criptomoedas na América Latina
Carteira de criptomoedas estende pagamentos com stablecoins para ambientes de varejo locais baseados em QR Code.

Resumo da notícia:
- Bitget Wallet aumenta uso de QR Code em pagamentos por criptomoedas na América Latina.
- Comerciantes recebem em moedas locais enquanto usuários podem utilizar USDT e USDC.
A Bitget Wallet expandiu nesta quinta-feira (21) o uso de QR Code pela sua carteira digital de pagamentos em países da América Latina.
Além do Pix no Brasil, a carteira de criptomoedas passou a operar liquidações de compra através de criptomoedas, via QR Code, na Argentina, Colômbia e Bolívia, através de parcerias com a Transferencias 3.0 (Argentina), Bre-B (Colômbia) e QR Simple (Bolívia) responsáveis pelo repasse em moeda local aos comerciantes.
As parcerias permitiram aos usuários utilizarem as stablecoins lastreadas no dólar americano USDC e USDT diretamente de uma carteira autocustodial, sem necessidade de conversão. As operações são compatíveis as principais redes blockchain e cenários de pagamento do dia a dia, incluindo restaurantes, lojas, compras diárias e transferências entre pessoas.
As criptomoedas também ocupam lugar de destaque entre os “FInfluencers” brasileiros, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.
Negociações de criptomoedas
De acordo com o estudo da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o volume médio de menções a criptomoedas por Finfluencers brasileiros conquistou a vice-liderança no segundo semestre de 2025 (56.867), perdendo apenas para as ações (129.968), porém bem à frente do terceiro colocado, o câmbio (36.608).
Segundo a associação, as ações registraram um crescimento de 400% em relação ao período anterior, movimento que acompanha a melhora do desempenho da bolsa brasileira, a B3, que recolocou as ações no centro das discussões ao reativar o debate sobre oportunidades de valorização.
O levantamento indicou um aumento das conversas sobre produtos financeiros nas redes sociais, que cresceram 44,9% no semestre. No entanto, cada um teve um desempenho diferente nas publicações. Nesse caso, a sondagem mostrou que, apesar do alto volume de menções pelos influenciadores financeiros, as criptomoedas ainda possuem dificuldade de engajamento se comparadas aos investimentos tradicionais, como a previdência privada, na 10ª colocação (387 menções), e a poupança, na 9ª posição (3.646 citações).
Por outro lado, as “perdedoras” em menções por Finfluencers ocupam a liderança no quesito engajamento, em uma média de 7.617 para previdência privada (1º lugar) e 6.082 para poupança (2ª colocação), enquanto as criptomoedas ocupam a 10ª posição com 2.730 interações por post, em média.
Em relação a previdência privada e poupança, a liderança desses produtos em termos de engajamento médio por post não se traduziu em tamanho de conteúdo, que, segundo o estudo, foi menor. Já a profundidade de interações se deve ao fato de que esses investimentos, na contramão das criptomoedas e ações, estão associados a planejamento financeiro, proteção e construção de longo prazo. O que justifica baixo volume e alto engajamento, segundo a Anbima.
Na avaliação da entidade, essa lógica de associação também se aplica a outros produtos. Para a Anbima, não se trata apenas de menções simultâneas, mas de como esses ativos são apresentados dentro de uma mesma lógica de carteira. Ações, criptomoedas, câmbio e ouro aparecem com frequência em conjunto em conteúdos que discutem cenário e posicionamento, enquanto fundos surgem recorrentemente ao lado de ações como alternativa de diversificação ou acesso indireto ao mercado.
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