Resumo da notícia:
Binance Academy registra crescimento de 8% no Brasil e acumula 258 mil acessos únicos na plataforma educacional de criptomoedas.
País representa 21,38% das visualizações na América Latina.
Guia de segurança Web3 é produto de uma parceria entre ABToken e Hypernative.
ABCripto anuncia chegada de nova associada.
A Binance Academy anunciou esta semana que alcançou 258 mil pessoas em sua plataforma de conteúdo de criptomoedas no Brasil. Já a Associação Brasileira de Tokenização e Ativos Digitais (ABToken) lançou o “Guia definitivo para segurança em Web3”.
De acordo com a plataforma educacional da exchange global de criptomoedas, os investidores e entusiastas de criptomoedas do Brasil responderam por 258 mil visitantes únicos da Binance Academy entre 2018, quando ela foi lançada, e 2025, quando a iniciativa educacional cripto registrou um aumento de 8% de cursos completados na plataforma no país.
Para o vice-presidente regional da Binance para a América Latina, Guilherme Nazar, a ideia é “reduzir a barreira de entrada e apresentar o universo cripto a um público não-técnico”.
Esse tipo de ferramenta é de suma importância para fomentar, de forma simples, acessível e interativa, o conhecimento sobre a indústria, dar mais segurança ao investidor de todos os níveis e promover um crescimento sustentável do setor, emendou.
A exchange informou ainda que, dentre os mais de 57 mil cursos realizados de 2024 a 2025 por países da América Latina, 21,38% foram visualizados no Brasil. Já os conteúdos, gratuitos em mais de 30 idiomas e com certificação ao término dos cursos, abrangem temas como criptomoedas, ecossistema blockchain, finanças descentralizadas (DeFi), economia e finanças em geral.
“O Guia Definitivo para Segurança em Web3: Como proteger tudo o que você constrói, opera e possui em Web3” é uma parceria entre a ABToken com a empresa de segurança Web3 Hypernative. Nesse caso, o conteúdo foi desenvolvido a partir de extensas conversas com mais de 300 clientes – incluindo grandes blockchains, protocolos DeFi, gestores de ativos e exchanges centralizadas. Em linhas gerais, o guia aborda existente entre o crescente ecossistema Web3 e a ausência de um arcabouço único de segurança, o que pode representar maior exposição de projetos a riscos, perdas bilionárias e quada na confiança do mercado.
Segundo a diretora Executiva da ABToken, Regina Pedroso, o guia é focado na capacitação de desenvolvedores, gestores e operadores.
A segurança em Web3 não é apenas uma questão técnica; é um pilar fundamental para a maturidade e a adoção em massa do ecossistema, comentou.
A ABToken informou ainda que o guia propõe uma visão holística da segurança, dividida em fases essenciais:
Segurança pré-implantação: foco em design de protocolo, auditorias e verificação formal.
Monitoramento em tempo real: a importância de detectar ameaças antes que elas se tornem ataques.
Resposta a incidentes: estratégias de mitigação e planos de contingência para infraestruturas Web3.
Matera na ABCripto
A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) também anunciou esta semana mais uma associada, a desenvolvedora de tecnologia para o sistema financeiro Matera.
A nova regulação de criptoativos e das SPSAVs [Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais] representa uma próxima onda relevante de transformação do mercado, e nossa entrada na associação cumpre justamente o papel de nos manter próximos dessas discussões para contribuir tecnicamente com o amadurecimento do mercado e colaborar com a evolução desse ecossistema, comentou o CRO da Matera, Diogo Meirelles.
Julia Rosin, diretora-presidente da ABCripto, acrescentou que a chegada da nova associada ocorre em um momento em que o mercado brasileiro de ativos digitais avança na implementação da regulação e na sua integração ao sistema financeiro.
Nossa expectativa é participar ativamente do debate regulatório e acompanhar de perto a evolução das normas, contribuindo para o desenvolvimento de um mercado de criptoativos mais sólido, seguro e integrado ao sistema financeiro, explicou.
Na seara do crescimento da adoção das criptomoedas no país, o presidente Lula pediu que Durigan freie o IOF sobre stablecoins de olho na reeleição, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

