Cointelegraph
DOGE$0.07162 2.05%
TRX$0.3289 1.13%
LINK$8.61 0.86%
ZEC$491.19 0.49%
ADA$0.1594 3.54%
XRP$1.09 1.05%
ETH$1,935.67 1.50%
BTC$64,734.85 0.03%
XMR$345.27 4.12%
BNB$568.54 0.81%
XLM$0.1764 1.76%
SOL$75.58 0.46%
HYPE$58.12 1.60%
Escrito por Walter BarrosRedatorRevisado por Lucas CaramEditor

1º ETF de criptomoedas da América Latina, HASH11 negociará futuros e opções na B3

Últimas NotíciasPublicado24 de abr. de 2026

Lançado em 2021, fundo cripto da Hashdex possui R$ 2,5 bilhões e entra na nova regra da bolsa, de uso de cotas como ativo-objeto em contratos de derivativos.

1o-etf-de-criptomoedas-da-america-latina-hash11-negociara-futuros-e-opcoes-na-b3

Resumo da notícia:

  • HASH11 passará a negociar contratos futuros e de opções no dia 4 maio na B3.
  • ETF se enquadra em regra da bolsa brasileira que permite utilização de cotas de fundos de investimento como ativo-objeto em contratos de derivativos.
  • Hashdex pretende estimular a adoção de contratos como instrumentos para proteção e diversificação de carteiras.

O HASH11 passará a negociar contratos futuros e de opções no dia 4 maio na B3, onde o primeiro fundo negociado em bolsa (ETF, na sigla em inglês) baseado em criptomoedas da América Latina foi listado em abril de 2021.

De acordo com emissora, a gestora brasileira Hashdex, o ETF que replica o índice Nasdaq Crypto Index (NCI), oferecendo exposição a uma cesta diversificada de criptomoedas, como Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Solana (SOL), Cardano (ADA), Chainlink (LINK) e XRP, entra em uma nova regra da B3, que passou a permitir a utilização de cotas de fundos de investimento como ativo-objeto em contratos de derivativos.

Na prática, a mudança promovida pela bolsa brasileira representa a unificação de contratos, como de opções, de futuros e operações a termo, para abarcar todas as cotas de fundos de investimento. Entre eles o HASH11, que possui cerca de R$ 2,5 bilhões sob gestão, de acordo com a Hashdex.

A gestora acrescentou que a utilização de cotas do HASH11 e outros fundos em novos contratos tende a fazer o mercado mais líquido, com melhor formação de preços e maior participação institucional.

Essa evolução aproxima o mercado brasileiro das práticas internacionais de negociação de ETFs. Quando você amplia as ferramentas de hedge e arbitragem disponíveis, o resultado tende a ser mais liquidez e maior eficiência na formação de preços, disse em nota o diretor da Hashdex, Henry Oyama.

O executivo acrescentou que a Hashdex pretende estimular a adoção de contratos como instrumentos para proteção e diversificação de carteiras. Para ele, “com a entrada dos futuros, o mercado ganha uma camada adicional de sofisticação”.

À medida que esse ecossistema ganha tração, novos produtos e possibilidades se abrem, emendou.

Esta semana a B3 também anunciou a ampliação de negociação de contratos futuros de criptomoedas, seguindo uma tendência global, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

A Cointelegraph está comprometida com um jornalismo independente e transparente. Este artigo de notícias é produzido de acordo com a Política Editorial da Cointelegraph e tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Os leitores são incentivados a verificar as informações de forma independente. Leia a nossa Política Editorial https://cointelegraph.com.br/editorial-policy

Mais sobre o assunto