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Escrito por Cassio Gusson ⁠, Staff Writer.Revisado por Lucas Caram ⁠, Staff Editor.

Preço do Bitcoin hoje, 11/05/2026: BTC luta para manter US$ 80 mil e não perder rumo da alta

FeaturesPublicadoMay 11, 2026

Os touros estão lutando para segurar o suporte de US$ 80 mil e evitar qualquer queda adicional que possa prejudicar o movimento de alta que se inicou em abril.

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11h

Alvin Kan, COO da Bitget Wallet

A crescente desconexão entre Wall Street e Main Street reflete duas realidades econômicas muito diferentes. O capital institucional continua fluindo para IA, semicondutores e ativos digitais, impulsionando o Nasdaq e o Bitcoin à medida que os mercados precificam crescimento de produtividade de longo prazo e transformação tecnológica. Ao mesmo tempo, a confiança do consumidor segue fraca, já que as famílias ainda enfrentam inflação, alto custo de vida e incerteza econômica. Na prática, os mercados negociam o futuro enquanto os consumidores continuam focados na pressão financeira do presente.

Essa divergência é impulsionada por fortes resultados das empresas de tecnologia, entradas contínuas de ETFs e capital institucional no Bitcoin, além do papel crescente dos ativos digitais como alternativas de crescimento e diversificação. Isso também mostra como o mercado cripto está cada vez mais ligado à liquidez macroeconômica e aos ciclos de inovação, em vez de depender apenas do sentimento do varejo. Essa diferença pode persistir no curto prazo, embora riscos como política monetária mais restritiva, choques geopolíticos ou mudanças regulatórias possam pressionar ativos de risco. No longo prazo, a tendência sustenta o crescimento contínuo das finanças digitais e uma adoção mais ampla, à medida que infraestrutura, acessibilidade e participação de investidores continuam amadurecendo.

10h

Lacie Zhang, analista de pesquisa da Bitget Wallet

O Bitcoin segue firme acima de US$ 81 mil, sustentado pelo forte apoio institucional e pela continuidade das entradas em ETFs, sinalizando resiliência em um ambiente de maior apetite por risco. Com as condições macroeconômicas permanecendo favoráveis, o BTC se posiciona para um possível rompimento em direção à faixa entre US$ 85 mil e US$ 90 mil.

O Ethereum é negociado entre US$ 2.320 e US$ 2.330, ficando ligeiramente atrás do Bitcoin, mas ainda beneficiado pelos avanços em soluções de escalabilidade Layer-2. Um movimento acima de US$ 2.400 marcaria um novo sinal de força para a rede.

Enquanto isso, o ouro recuou para a faixa entre US$ 4.680 e US$ 4.700, enquanto os preços do petróleo permanecem elevados, entre US$ 92 e acima de US$ 100, diante das preocupações com oferta no Oriente Médio e das pressões inflacionárias. Essa dinâmica reforça o papel das criptomoedas como ativos de risco assimétrico e alto beta, oferecendo potencial de valorização e diversificação de portfólio.

Nesse ambiente, uma exposição diversificada entre BTC, ETH e ativos correlacionados permite que traders protejam posições e aproveitem a volatilidade de forma mais eficiente, enquanto acompanham fatores macroeconômicos e geopolíticos que podem alterar o rumo do mercado.

Expectativas para o CPI dos EUA e impacto no mercado

Os mercados esperam que o CPI de abril venha relativamente pressionado, com inflação cheia projetada entre 0,5% e 0,6% na comparação mensal e entre 3,5% e 3,7% na base anual, impulsionada principalmente pela alta dos combustíveis e dos preços de energia ligados aos riscos de oferta no Oriente Médio.

O núcleo da inflação também deve permanecer resistente, próximo de 0,3% ao mês, refletindo pressão contínua dos custos de moradia e tarifas. Um dado acima do esperado provavelmente empurraria ainda mais para frente as expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve, provocando inicialmente um movimento de aversão ao risco nos mercados, com alta dos rendimentos dos Treasuries, fortalecimento do dólar e pressão sobre ações e criptomoedas.

Por outro lado, se a pressão inflacionária estiver concentrada principalmente na energia enquanto o núcleo mostrar sinais de desaceleração, o mercado pode interpretar o movimento como transitório, limitando quedas e potencialmente abrindo espaço para uma recuperação posterior.

Posicionamento dos derivativos cripto antes do CPI

Os mercados de derivativos cripto adotam uma postura cautelosa antes da divulgação do CPI. Traders aumentaram posições de proteção com opções de venda (puts) em BTC e ETH, enquanto mantêm a alavancagem geral relativamente controlada.

Os preços elevados do petróleo e as tensões persistentes no Oriente Médio reduziram o apetite por posições compradas mais agressivas, deixando o sentimento mais neutro ou pessimista diante do receio de que uma inflação persistente adie o início do afrouxamento monetário pelo Fed.

O interesse em aberto permanece estável, mas as taxas de financiamento mais contidas sugerem que o mercado está mais focado em proteção de risco do que em apostar fortemente em uma direção específica.

Um núcleo de inflação mais fraco ou sinais de redução das tensões geopolíticas poderiam rapidamente devolver o apetite por risco ao mercado. Já um índice cheio mais elevado poderia desencadear movimentos de queda mais acentuados no curto prazo para o mercado de criptomoedas.

9h

Gil Herrera, diretor de estratégia e expansão da Bitget para a América Latina.

O Bitcoin está se mantendo acima de US$ 81.000 apesar da pressão renovada nos mercados globais de risco causada pela alta dos preços do petróleo e pelas preocupações com a inflação. Os fluxos de entrada em ETFs e o contínuo posicionamento institucional estão ajudando a estabilizar o BTC, mesmo com o petróleo bruto sendo negociado na faixa de US$ 92 a US$ 100 devido aos riscos de oferta no Oriente Médio. O mercado agora observa se o Bitcoin conseguirá sustentar o movimento em direção ao nível de US$ 85.000 caso as condições macroeconômicas permaneçam estáveis.

O Ethereum continua apresentando desempenho inferior ao do Bitcoin em termos relativos, sendo negociado próximo da faixa de US$ 2.320 a US$ 2.330, embora a atividade onchain e o crescimento das soluções Layer-2 continuem sustentando o ecossistema como um todo. O principal nível para o ETH permanece acima de US$ 2.400, o que sinalizaria um retorno mais forte do apetite por risco entre os grandes ativos digitais.

O ouro recuou para a faixa de US$ 4.680 a US$ 4.700, à medida que o aumento dos preços do petróleo eleva as expectativas de inflação e reduz as apostas em cortes agressivos de juros. Os mercados estão reagindo a commodities, juros e criptomoedas de forma conjunta, em vez de tratá-los como operações separadas. Essa mudança está fortalecendo a demanda por estratégias de negociação cross-asset, especialmente durante períodos de maior volatilidade entre petróleo, ouro, ações e ativos digitais.

8h

Guilherme Bissoli, Country Manager da Coins.xyz

O Índice DXY, principal termômetro global da força do dólar, marcou 98,25 em 8 de maio de 2026. O indicador permaneceu relativamente estável, sem oscilações capazes de alterar significativamente o comportamento do câmbio brasileiro.

Os investidores seguem atentos aos próximos dados de inflação dos Estados Unidos e às novas sinalizações do Federal Reserve. O banco central americano mantém uma postura cautelosa e continua priorizando o controle inflacionário, mantendo o mercado global em compasso de espera.

No Brasil, o IPC-Fipe registrou alta de 0,37% na primeira quadrissemana de maio, indicando persistência das pressões inflacionárias. Já a ata do Copom, divulgada em 5 de maio de 2026, reforçou a necessidade de disciplina fiscal para garantir a convergência da inflação à meta e sustentar a política monetária.

No corredor BRL ↔ USDT/USD, o Tether (USDT) foi negociado a R$ 4,918, enquanto o dólar spot fechou em R$ 4,894. Isso representa um prêmio de 0,49% do USDT sobre o dólar PTAX, sinalizando demanda consistente por stablecoins no mercado brasileiro.

O prêmio reforça a procura por hedge digital e liquidez internacional. Mesmo após a restrição anunciada pelo Banco Central em 3 de maio de 2026 sobre o uso de stablecoins por facilitadoras de câmbio em pagamentos transfronteiriços, a demanda por USDT continua elevada para proteção patrimonial e acesso rápido à liquidez global.

Os dados onchain globais do primeiro trimestre de 2026 fortalecem essa leitura. Segundo o levantamento citado, os fluxos institucionais de stablecoins alcançaram US$ 267 bilhões, com ativos atrelados ao dólar dominando operações de liquidação e pagamentos.

A leitura do mercado é que o prêmio persistente do USDT/BRL funciona como um termômetro da demanda estrutural por hedge digital no Brasil. Mesmo diante de ajustes regulatórios, investidores continuam utilizando stablecoins como instrumento de proteção e eficiência financeira.

Para as próximas 24 a 48 horas, o foco permanece nos indicadores de inflação dos EUA e nos próximos sinais do Federal Reserve. No Brasil, o mercado seguirá monitorando o debate fiscal e novas declarações do Copom sobre juros. Já no setor cripto, a adaptação às novas regras e o comportamento dos fluxos onchain de stablecoins continuarão no centro das atenções.

6h20

Análise da BingX

O cenário do Bitcoin se mostrou mais sólido do que o do Ethereum porque a demanda institucional permaneceu forte. Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram entradas líquidas de US$ 539,6 milhões em 4 de maio, US$ 478,8 milhões em 5 de maio e US$ 26,2 milhões em 6 de maio, com o IBIT liderando os fluxos positivos em todos os pregões.

Outro levantamento, baseado em dados da SoSoValue, apontou US$532 milhões em entradas líquidas em ETFs de Bitcoin em 4 de maio, liderados por US$335,5 milhões no IBIT e US$184,6 milhões no fundo da Fidelity.

Esse fluxo ajuda a explicar por que o Bitcoin se manteve mais resiliente do que o Ethereum durante boa parte da semana. Alguns relatórios indicam que os ETFs de Bitcoin acumulavam nove dias consecutivos de entradas líquidas, somando cerca de US$2,7 bilhões até o início de maio. Abril encerrou com US$1,97 bilhão em entradas líquidas, enquanto apenas o dia 1º de maio registrou US$629 milhões.

O Ethereum também apresentou melhora nos fluxos, com ETFs spot de Ether nos EUA registrando US$61,29 milhões em entradas líquidas em 4 de maio. Ainda assim, o ETH encerrou o período entre 4 e 7 de maio em queda, sugerindo que os investidores continuam mais confiantes na narrativa institucional do Bitcoin do que nos catalisadores de curto prazo do Ethereum.

O cenário para o mercado cripto segue positivo, mas não simples. A forte demanda pelos ETFs de Bitcoin ajuda a sustentar os preços, mas o mercado ainda depende de juros menores ou maior apetite por risco para transformar esses fluxos em uma alta mais consistente. Para o Ethereum acompanhar o movimento, será necessário maior suporte do ecossistema de altcoins, fortalecimento das narrativas em torno de staking e DeFi, ou fluxos mais constantes para ETFs.

O que observar nos próximos dias

  • Relatório de empregos de abril: um dado mais fraco pode reabrir a discussão sobre cortes de juros, enquanto um número forte pode manter o Fed cauteloso e limitar os ativos de risco.
  • Treasury de 10 anos: uma queda abaixo de 4,30% ajudaria ações de crescimento e criptomoedas; uma alta para perto de 4,50% dificultaria novas valorizações.
  • Fluxos dos ETFs de Bitcoin: entradas contínuas, especialmente em IBIT e FBTC, manteriam viva a narrativa de adoção institucional.
  • Comentários sobre gastos em IA: investidores querem provas de que os investimentos em IA estão gerando fluxo de caixa.
  • Força relativa do Ethereum: o ETH precisa parar de perder desempenho para o BTC antes que o mercado cripto possa voltar a parecer amplamente otimista.

6h00

O preço do Bitcoin (BTC), na manhã desta segunda-feira, 11/05/2026, está cotado em R$ 396.888,78. Os touros estão lutando para segurar o suporte de US$ 80 mil e evitar qualquer queda adicional que possa prejudicar o movimento de alta que se inicou em abril.

André Franco, CEO da Boost Research, destaca que os mercados globais começaram a semana em tom mais cauteloso, com futuros de ações dos EUA oscilando e o dólar ganhando força após sinais de que as negociações entre EUA e Irã voltaram a travar. A rejeição americana à proposta iraniana elevou novamente o risco geopolítico no Golfo, mantendo o Estreito de Hormuz praticamente fechado e levando o petróleo a subir mais de 3% no início do pregão, com o Brent em torno de US$ 104.

Ainda assim, segundo ele, bolsas asiáticas ligadas à inteligência artificial seguiram sustentadas, com destaque para ganhos no Japão e na Coreia do Sul, mostrando que a narrativa de tecnologia ainda limita uma aversão ao risco mais ampla. Já o Bitcoin, cotado aproximadamente em US$ 80.700, apresenta expectativa de curto prazo neutra a levemente negativa.

O ativo segue resiliente acima da região de US$ 80.000, mas o ambiente macro voltou a ficar menos favorável, petróleo em alta reacende preocupações inflacionárias, o dólar mais forte reduz o apetite por risco e o impasse geopolítico tende a favorecer uma postura mais defensiva dos investidores nas próximas 12 horas. A sustentação das ações de IA ajuda a evitar uma deterioração mais forte do sentimento, mas não parece suficiente para gerar um rompimento claro no BTC. No curto prazo, a faixa provável de oscilação fica entre US$ 79.500 e US$ 82.000, com risco de teste da parte inferior caso o petróleo continue subindo ou o dólar ganhe mais força.

Bitcoin análise técnica

O analista Manish Chhetri, afirma que o Índice de Força Relativa (IFR) recua para a faixa dos 60, saindo de uma zona próxima à sobrecompra, indicando uma moderação no ímpeto de alta, embora ainda positivo. Ao mesmo tempo, o indicador de Convergência/Divergência de Médias Móveis (MACD) permanece em território positivo, mesmo com sua recente queda e histograma mais suave sugerindo um enfraquecimento do impulso de alta em vez de uma reversão completa.

Na parte superior, a resistência inicial é observada na retração de Fibonacci de 61,8% (traçada da máxima de janeiro à mínima de fevereiro) em cerca de US$ 83.437, com um limite mais substancial surgindo na barreira horizontal próxima a US$ 84.410.

Desse modo, segundo ele no lado negativo, o suporte imediato está localizado em torno da marca psicológica de US$ 80.000, reforçado pela retração de 50% em aproximadamente US$ 78.962 e pelo limite superior do canal paralelo descendente em meados dos US$ 75.000; enquanto o BTC se mantiver acima desses pisos agrupados e das EMAs subjacentes, as retrações provavelmente serão vistas como corretivas dentro da estrutura de alta mais ampla.

Bitcoin não comporta estratégia agressiva agora

Segundo Dovile Silenskyte, diretora de pesquisa em ativos digitais da WisdomTree, o Bitcoin registrou em abril sua melhor performance mensal dos últimos 12 meses, com alta de 12%, movimento que pegou parte do mercado institucional subexposta. “A recuperação foi rápida e extremamente desconfortável para gestores que ainda aguardavam um ponto de entrada mais ‘limpo’”, afirmou.

Na avaliação de Silenskyte, a dificuldade de antecipar movimentos bruscos não representa uma falha de análise, mas uma característica estrutural do próprio Bitcoin. “O Bitcoin não costuma se reprecificar de forma gradual. Ele se move em explosões repentinas, impulsionado por expectativas macroeconômicas, liquidez e reposicionamento do mercado”, explicou.

A executiva destacou que, olhando em retrospecto, os catalisadores parecem evidentes. Porém, em tempo real, o cenário costuma ser muito menos claro. Para ela, muitos investidores ainda concentram esforços excessivos em encontrar o ponto de entrada ideal, esperando mais confirmação do mercado, menor volatilidade ou maior consenso institucional.

“Quando essas condições finalmente aparecem, uma parcela significativa da valorização normalmente já aconteceu”, disse. A analista lembrou ainda que boa parte dos retornos históricos do Bitcoin se concentrou em um número relativamente pequeno de pregões. “Perder esses períodos teve impacto desproporcional no desempenho de longo prazo.”

Silenskyte argumenta que a discussão mais importante não deveria girar em torno da capacidade de prever o rally perfeito, mas sim sobre manter exposição contínua ao ativo. Esse ponto ganha relevância à medida que o acesso institucional ao Bitcoin amadurece, com evolução de produtos negociados em bolsa, infraestrutura de custódia e execução de ordens.

Mesmo assim, ela avalia que persistem desafios na implementação prática das estratégias institucionais. “Muitas instituições já aceitam a relevância estratégica do Bitcoin em um ambiente marcado por dívida soberana crescente e fragmentação geopolítica. O problema continua sendo transformar essa convicção em construção efetiva de portfólio.”

A diretora da WisdomTree observou que o comportamento de curto prazo do Bitcoin ainda depende fortemente de fluxo, alavancagem e sentimento do mercado, mais do que apenas fundamentos econômicos. Segundo ela, correções acentuadas frequentemente se ampliam em eventos rápidos de desalavancagem, enquanto as recuperações podem acelerar na mesma intensidade quando a liquidez retorna.

Diante desse cenário, Silenskyte defende uma abordagem mais simples e disciplinada. “Uma estratégia mais durável talvez seja surpreendentemente simples: manter uma alocação modesta, mas consistente”, afirmou.

Com base em estudos históricos, a executiva aponta que exposições relativamente pequenas, entre 1% e 2% do portfólio, já conseguiram melhorar retornos ajustados ao risco em carteiras diversificadas. “O objetivo não é necessariamente fazer uma aposta agressiva. É garantir participação em um ativo com potencial assimétrico de valorização.”

Ela também ressaltou a importância do rebalanceamento periódico. Segundo a analista, essa prática permite reduzir exposição após fortes altas e recomprar gradualmente em momentos de fraqueza, sem depender de decisões emocionais ou tentativas de acertar o timing do mercado.

“Os investidores tendem a reduzir exposição depois das quedas e aumentar depois das altas, exatamente o oposto do que favorece a composição de retornos no longo prazo”, concluiu.

Portanto, o preço do Bitcoin em 11 de maio de 2026 é de R$ 396.888,78. Neste valor, R$ 1.000 compram 0,0025 BTC e R$ 1 compram 0,0000025 BTC.

As criptomoedas que estão registrando as maiores altas no dia 11 de maio de 2026, são: BUILDon (B), Venice Token (VVV) e Sui (SUI), com altas de 30%, 15%, e 12%, respectivamente

As criptomoedas que estão registrando as maiores baixas no dia 11 de maio de 2026, são: SKYAI (SKYA), ZCash (ZEC) e Toncoin (TON), com quedas de -15%, -7% e -6% respectivamente.

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