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Escrito por Cassio GussonRedatorRevisado por Lucas CaramEditor

Notícias Cripto: Rain Trade e Mike Tyson, Jeeves, Financial Move e outras novidades

Últimas NotíciasPublicado4 de jul. de 2026

Confira as principais notícias do mercado cripto

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Rain Trade lança plataforma de mercados preditivos

A Rain Trade lançou uma plataforma de mercados preditivos construída sobre o Rain Protocol, com proposta de permitir que usuários criem mercados sobre diferentes temas, em qualquer idioma. A iniciativa chega durante o Mundial de Futebol de 2026, período em que a empresa pretende explorar o interesse por previsões ligadas a partidas, jogadores e eventos em tempo real.

A plataforma permite a criação de mercados públicos ou privados, além da participação em previsões já disponíveis. Segundo a empresa, os criadores podem escolher entre resolução automatizada por inteligência artificial ou validação manual dos resultados. A Rain Trade também afirma que usa recursos como abstração de conta para reduzir a necessidade de gerenciamento direto de taxas de rede pelos usuários.

O lançamento conta com uma campanha global estrelada por Mike Tyson. A empresa também informou que os usuários poderão financiar contas com ativos de redes como Arbitrum, Ethereum, BNB Chain, Base e Bitcoin, com conversão para negociações em USDT. Criadores de mercado recebem, segundo a plataforma, uma taxa de 1% sobre o volume negociado nos mercados criados.

Jeeves reforça atuação em pagamentos internacionais

A Jeeves passou a destacar sua atuação no Brasil em pagamentos internacionais e gestão financeira corporativa após o anúncio da Open USD, consórcio que reúne bancos, fintechs e empresas globais em torno de uma futura stablecoin de dólar. A empresa afirma que o movimento reforça a demanda do mercado por soluções de pagamentos corporativos mais rápidas e integradas entre diferentes países.

Fundada no Vale do Silício, a Jeeves oferece cartões corporativos globais, gestão de despesas em tempo real e pagamentos internacionais para empresas. No Brasil, a fintech opera em parceria com a QI Tech e afirma manter integração com Pix e boletos, além de seguir as regras do Banco Central. A companhia busca atender negócios que precisam administrar despesas locais e internacionais em uma única plataforma.

A empresa também aponta a oferta de crédito como parte de sua estratégia no país. Segundo a Jeeves, uma linha de crédito de US$ 75 milhões foi destinada ao mercado brasileiro para apoiar empresas com operações em múltiplos países. A fintech afirma atuar em mais de 25 países e se posiciona como solução para empresas brasileiras em processo de internacionalização.

Financial Move lança terminal de dados on-chain

A Financial Move anunciou o lançamento de duas ferramentas voltadas ao acompanhamento do mercado cripto: o FM Terminal e o GorilAI. Segundo a empresa, o terminal acompanha dados da blockchain em tempo real e busca apresentar, em linguagem simples, movimentações de grandes investidores do mercado de criptoativos.

O FM Terminal foi desenvolvido para resumir sinais de mercado, como compras, vendas e possíveis mudanças de tendência, a partir de informações on-chain. A proposta da empresa é transformar dados técnicos em leituras mais acessíveis para investidores que não acompanham diretamente gráficos avançados ou plataformas profissionais de análise.

Já o GorilAI funciona como um assistente de inteligência artificial que responde perguntas em português sobre ativos, notícias, sentimento de mercado e possíveis cenários. As duas ferramentas foram lançadas como benefício para membros do clube VIP da Financial Move, comunidade brasileira voltada a investimentos em criptomoedas.

Posso também transformar essas notas em formato mais próximo de “coluna de negócios” ou em notas curtas para publicação em portal.

Tokenização amplia acesso a investimentos

A popularização dos ativos tokenizados tem ampliado o acesso de investidores a oportunidades antes mais restritas a grandes participantes do mercado. No entanto, o crescimento do setor também exige mais atenção sobre a estrutura dos produtos oferecidos e os riscos envolvidos em cada operação.

Segundo Arthur Coelho, CEO da Tokeniza, um erro comum entre investidores é tratar o token como se ele fosse o investimento em si. De acordo com ele, o token representa digitalmente um direito econômico, mas a análise deve recair sobre o ativo que sustenta a operação, como recebíveis, imóveis, crédito, royalties ou outros ativos reais.

Coelho afirma que a tokenização pode tornar uma operação mais eficiente, transparente e acessível, mas não altera a qualidade do ativo subjacente. Antes de investir, ele recomenda avaliar garantias, documentação, capacidade de pagamento, liquidez, prazo, reputação do emissor e origem do fluxo de retorno da operação.

Coins amplia rede internacional e conecta empresas brasileiras à Europa e à Ásia

A Coins informou que está ampliando sua rede global de movimentação financeira, com foco na conexão entre Brasil, Sudeste Asiático e Europa. A expansão ocorre enquanto Wei Zhou, fundador e CEO da empresa e ex-CFO da Binance, visita o Brasil para reuniões com parceiros, clientes e reguladores.

A operação internacional da companhia, a Coins.xyz, foi lançada no Brasil em 2025 com serviços em criptoativos e moedas fiduciárias para empresas e usuários de varejo. Segundo a empresa, a plataforma permite que companhias processem depósitos e saques via Pix, gerenciem liquidez em reais e stablecoins lastreadas em dólar, acessem operações de balcão e usem uma API voltada a operações corporativas.

A expansão inclui uma parceria com a Clear Junction, provedora britânica de infraestrutura de pagamentos, para acesso a corredores em euro e libra esterlina, além de IBANs virtuais para clientes corporativos. Com isso, a Coins busca oferecer a empresas brasileiras uma estrutura para receber, converter e enviar recursos em diferentes moedas e mercados internacionais.

Webull lança OpenAPI no Brasil

A Webull anunciou o lançamento da funcionalidade OpenAPI no Brasil, voltada à automação de estratégias de negociação no mercado americano. A solução permite acesso programático a dados de mercado e execução de ordens em ações e ETFs listados nos Estados Unidos.

Segundo a empresa, a ferramenta mira traders, desenvolvedores e investidores quantitativos que utilizam sistemas automatizados ou modelos próprios de negociação. A OpenAPI integra dois fluxos principais: envio de ordens e acesso a dados de mercado para backtesting, análise e modelagem de estratégias.

A funcionalidade está disponível mediante solicitação e sem custo adicional para usuários elegíveis da plataforma. A Webull informou ainda que pretende ampliar a infraestrutura de automação no Brasil, com planos para incluir negociação programática de opções e futuros dos Estados Unidos, além de integração com servidores baseados no Model Context Protocol.

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