Cointelegraph
DOGE$0.08235 2.73%
TRX$0.322 0.70%
LINK$7.81 2.91%
ZEC$446.84 5.47%
ADA$0.16 3.28%
XRP$1.12 3.42%
ETH$1,691 3.23%
BTC$62,625 2.30%
XMR$318.10 3.34%
BNB$573.56 2.83%
XLM$0.2162 10.21%
SOL$68.32 4.09%
HYPE$67.03 6.05%
Escrito por Walter Barrosstaff writerRevisado por Lucas Caramstaff editor

Stripe desembarca na América Latina e promete impulsionar adoção de stablecoins no Brasil

Últimas NotíciasPublicadoApr 29, 2025

Empresa destaca que as criptomoedas representaram US$ 562 bilhões em recebimento entre 2021 e 2022 na região.

stripe-lands-in-latin-america-and-promises-to-boost-adoption-of-stablecoins-in-brazil

A empresa de processamento de pagamentos Stripe anunciou na última segunda-feira (28) o início de suas atividades na América Latina e prometeu reforçar a adoção de stablecoins no Brasil através da plataforma de stablecoins Bridge, adquirida no final do ano passado.

A Stripe observou que os moradores da América Latina receberam US$ 562 bilhões via criptomoedas entre meados de 2021 e de 2022, segundo o Relatório Geográfico das Criptomoedas de 2023 da Chainalysis. Já o lançamento da Bridge, no México, promete facilitar transferências entre “dólares, pesos e stablecoins por meio de um conjunto simples de APIs” de startups e fintechs de pagamento.

“Este lançamento é o primeiro passo de um esforço mais amplo para apoiar operações financeiras internacionais em toda a América Latina. Planejamos implementar isso no Brasil até o verão (no hemisfério norte) e no restante da América Latina em breve”, informou a empresa.

Segundo a Stripe, a integração USD, EUR, MXN e stablecoins em um único sistema, permite à Bridge efetivar liquidação mais rápida, câmbio transparente e visibilidade em tempo real – sem processos onerosos de integração com bancos locais – acelerando a expansão global e permitindo que as empresas operem perfeitamente em toda a América Latina.

No Brasil, cujas operações podem ser iniciadas em dezembro deste ano, a chegada da Bridge pode reforçar um mercado que já ultrapassa US$ 18 bilhões em volume de negociações de stablecoins. Foi o que revelou recentemente o CFO do Bitbank, Ibiaçu Caetano, durante um painel sobre stablecoins no Webnar de Ativos Digitais, promovido pelo Blocknews com o Cantarino Brasileiro.

Segundo o membro da Associação Brasileira de Câmbio (Abracam), 3% desse volume é destinado à arbitragem e 8% ao investimento e os 89% restantes são voltados para pagamentos.

Em outra frente, a Stripe confirmou na última semana que está desenvolvendo um novo produto de stablecoin em dólar americano para empresas sediadas fora dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Europa, em uma iniciativa que pode expandir ainda mais a presença do dólar ao redor do mundo, conforme noticiou o Cointelegraph.

A Cointelegraph está comprometida com um jornalismo independente e transparente. Este artigo de notícias é produzido de acordo com a Política Editorial da Cointelegraph e tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Os leitores são incentivados a verificar as informações de forma independente. Leia a nossa Política Editorial https://cointelegraph.com.br/editorial-policy

Mais sobre o assunto