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Escrito por Cassio Gussonstaff writerRevisado por Lucas Caramstaff editor

Roberto Campos Neto será vice-presidente e chefe global do Nubank e pode acelerar agenda cripto do banco

Últimas NotíciasPublicadoMay 6, 2025

Roberto Campos Neto entra no Nubank como VP global em julho. Nomeação pode acelerar expansão em cripto e reforça estratégia institucional do banco.

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O Nubank anunciou nesta terça, 06, a contratação de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, como vice-presidente e chefe global de políticas públicas. O economista também integrará o conselho de administração da fintech a partir de julho, quando termina o período de quarentena exigido para ex-integrantes do setor público.

Campos Neto se reportará diretamente a David Vélez, CEO e fundador do Nubank. A chegada do ex-presidente do BC pode acelerar a agenda cripto do banco, que já conta com diversas iniciativas, desde a negociação de criptomoedas, até parcerias com projetos cripto como Polkadot.

Durante sua gestão no Banco Central, Roberto Campos Neto adotou uma postura aberta à inovação tecnológica, especialmente no campo das finanças digitais. Ele foi um dos principais defensores da integração do sistema financeiro tradicional com o universo cripto e blockchain.

Campos Neto liderou debates públicos sobre o papel das stablecoins no cenário monetário global. Ele alertou para os riscos de desintermediação bancária, mas também reconheceu o potencial dessas moedas digitais para melhorar a eficiência dos pagamentos e ampliar a inclusão financeira.

Além disso, o ex-presidente do BC coordenou o desenvolvimento do Drex, dentro da agenda de inovação do BC, a agenda BC#. O projeto surgiu como resposta à necessidade de modernizar a moeda nacional, trazendo características de uma moeda digital de banco central (CBDC). Sob sua liderança, o Drex ganhou corpo como uma plataforma que utiliza tecnologia blockchain para permitir transações programáveis, contratos inteligentes e tokenização de ativos.

Campos Neto sempre destacou a importância de alinhar o Drex com as demandas da economia digital, sem comprometer a estabilidade financeira. Em eventos internacionais, ele posicionou o Brasil como um dos países mais avançados no desenvolvimento de CBDCs e defendeu a integração entre moedas digitais estatais e ativos privados, como stablecoins regulamentadas.

Nubank e criptomoedas

O Nubank vem construindo uma estratégia no universo cripto desde 2022, quando lançou oficialmente o recurso de compra e venda de ativos digitais dentro do próprio aplicativo. A plataforma começou com suporte a Bitcoin (BTC) e (ETH), e posteriormente expandiu o portfólio com novas criptomoedas.Em paralelo, o Nubank também lançou o Nucoin, seu próprio token de utilidade, desenvolvido sobre a blockchain Polygon. A iniciativa foi uma das primeiras grandes instituições da América Latina a desenvolver um próprio de fidelização. No entanto, em 2024, o banco descontinuou o projeto, alegando que ele será reformulado e relançado com novas funções.Além dos produtos voltados ao varejo, o Nubank começou a explorar o potencial de ativos tokenizados e infraestruturas baseadas em blockchain. A fintech participa ativamente de discussões regulatórias e técnicas sobre o uso do Drex e já sinalizou interesse em interoperabilidade com futuras moedas digitais de banco central (CBDCs).O Nubank também explorou a integração com a Lightning Network, a solução de segunda camada do Bitcoin, por meio de uma parceria com a empresa Lightspark, fundada por David Marcus, ex-líder do projeto Libra do Facebook.

O Nubank vem construindo uma estratégia no universo cripto desde 2022, quando lançou oficialmente o recurso de compra e venda de ativos digitais dentro do próprio aplicativo. A plataforma começou com suporte a Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH), e posteriormente expandiu o portfólio com novas criptomoedas.

Em paralelo, o Nubank também lançou o Nucoin, seu próprio token de utilidade, desenvolvido sobre a blockchain Polygon. A iniciativa foi uma das primeiras grandes instituições da América Latina a desenvolver um token próprio de fidelização. No entanto, em 2024, o banco descontinuou o projeto, alegando que ele será reformulado e relançado com novas funções.

Além dos produtos voltados ao varejo, o Nubank começou a explorar o potencial de ativos tokenizados e infraestruturas baseadas em blockchain. A fintech participa ativamente de discussões regulatórias e técnicas sobre o uso do Drex e já sinalizou interesse em interoperabilidade com futuras moedas digitais de banco central (CBDCs).

O Nubank também explorou a integração com a Lightning Network, a solução de segunda camada do Bitcoin, por meio de uma parceria com a empresa Lightspark, fundada por David Marcus, ex-líder do projeto Libra do Facebook.

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