Cointelegraph
LINK$8.98 1.78%
TRX$0.3507 3.92%
BCH$304.86 6.56%
DOGE$0.09954 2.09%
XLM$0.2095 19.40%
ZEC$535.74 1.57%
ETH$2,013 1.82%
BNB$638.16 0.60%
SOL$82 1.68%
HYPE$61.35 7.02%
XMR$359.47 5.85%
XRP$1.31 2.36%
ADA$0.2351 2.39%
BTC$73,642 0.98%
Escrito por Cassio Gusson ⁠, Staff Writer.Revisado por Lucas Caram ⁠, Staff Editor.

Itaú Unibanco amplia aposta em criptomoedas e integra Aave, Avalanche, Chainlink, Polygon e Litecoin

Últimas NotíciasPublicadoAug 12, 2025

Banco adiciona cinco novos criptoativos ao portfólio, reforçando presença no mercado digital e ampliando opções de investimento para clientes.

itau-unibanco-expands-its-crypto

O banco Itaú Unibanco, um dos maiores bancos do Brasil, anunciou nesta terça, 12, que, a partir de 18 de agosto, os clientes poderão negociar novos criptoativos, diretamente no Superapp do banco ou na plataforma de investimentos íon.

A inclusão amplia as opções de investimento disponíveis, que passam a contar com Aave, Avalanche, Chainlink, Polygon e Litecoin.

De acordo com o banco, as negociações dos novos criptoativos seguem o mesmo formato já conhecido pelos clientes, com investimento mínimo de R$10,00 e sem cobranças mensais ou tarifas futuras na venda.

“Este é mais um movimento do Itaú Unibanco pautado nas necessidades dos clientes frente à nova economia tokenizada”, destacou o banco.

Desde 2023, o portfólio do banco já contava com Bitcoin e Ethereum. Em abril de 2025, o banco disponibilizou ativos adicionais: XRP, Solana e USDC – stablecoin atrelada ao dólar.

Itaú e criptomoedas

O Itaú Unibanco, maior banco privado do Brasil e da América Latina, tem se aproximado cada vez mais do universo das criptomoedas, incorporando de forma estratégica novos serviços para atender à demanda crescente por ativos digitais.

Embora o foco do banco no mercado cripto tenha sido na custódia e venda de criptomoedas, o Itaú também observa atentamente o avanço das stablecoins. O banco considera o lançamento de uma stablecoin atrelada ao real, mas aguarda definições da Consulta Pública (n.º 111) do Banco Central para avançar com segurança regulatória.

Além disso, o Itaú participa do piloto do DREX, o sistema brasileiro de moeda digital para pagamentos interbancários.

O head de ativos digitais do Itaú, Guto Antunes, afirma que a volatilidade dos criptoativos tende a diminuir com o tempo, à medida que cresce a adoção institucional — uma tendência que deve estimular o interesse dos investidores de varejo ao longo do tempo.

Além disso, o Itaú também oferece um produto que permite a exposição indireta ao Bitcoin: o Itaú Index Bitcoin USD, um fundo que acompanha a variação do BTC/BRL.

Além da operação direta com criptomoedas, o Itaú também se destaca no mercado de ETFs. O banco é um dos participantes dos fundos da Hashdex, gestora brasileira especializada em criptoativos.

Por meio de sua área de investimentos, o Itaú distribui produtos como o HASH11, o maior ETF de cripto da América Latina, oferecendo aos clientes exposição diversificada a um índice de moedas digitais.

A Cointelegraph está comprometida com um jornalismo independente e transparente. Este artigo de notícias é produzido de acordo com a Política Editorial da Cointelegraph e tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Os leitores são incentivados a verificar as informações de forma independente. Leia a nossa Política Editorial https://cointelegraph.com.br/editorial-policy

Mais sobre o assunto