Cointelegraph
LINK$8.40 1.36%
TRX$0.3344 0.79%
DOGE$0.09318 1.42%
XLM$0.2233 3.20%
ZEC$619.61 8.80%
ETH$1,844 3.08%
BNB$635.38 4.10%
SOL$73.46 3.40%
HYPE$72.81 2.30%
XMR$352 3.99%
XRP$1.22 0.22%
ADA$0.2124 1.20%
BTC$66,278 1.28%
Escrito por Cassio Gusson ⁠, Staff Writer.Revisado por Lucas Caram ⁠, Staff Editor.

Brasileiro cata latinhas há 2 anos para comprar Bitcoin, história viraliza e ele ganha US$ 20 mil da comunidade cripto

Últimas NotíciasPublicadoSep 19, 2025

História de Bruno Oliveira, o “sucateiro cripto”, inspira o mercado e mostra como esforço e disciplina podem gerar recompensas inesperadas no universo digital.

brazilian-man-has-been-using-cans-to-buy-bitcoin-for-2-years-story-goes-viral-and-he-wins-20-000-from-the-crypto-community

Principais pontos

  • Brasileiro junta latinhas por dois anos para comprar Bitcoin.
  • História viraliza e comunidade cripto doa US$ 20 mil.
  • Memecoin criada em sua homenagem alcança US$ 430 mil em minutos.

Um brasileiro comum transformou sua rotina de recolher latas de alumínio nas ruas de Limeira (interior de São Paulo) em uma história que comoveu a comunidade cripto mundial.

Bruno Oliveira, conhecido como “sucateiro cripto”, passou os últimos dois anos pedalando pela cidade e recolhendo sucata para trocar por satoshis, as menores frações do Bitcoin.

O que começou como um esforço pessoal virou um exemplo global de persistência, disciplina e de como a tecnologia pode se conectar com a vida real.

Desde 2020, Bruno já havia tentado investir em Bitcoin. Na época, conseguiu juntar uma boa quantidade, mas a crise econômica o obrigou a vender tudo para sobreviver. Quando a vida se estabilizou, decidiu recomeçar.

Sem recursos financeiros, resolveu apostar na reciclagem para comprar satoshis. Bruno começou a compartilhar nas redes sociais suas pedaladas e o quanto conseguia em satoshis por dia.

Temos que fazer o que tem que ser feito no meu caso lata por lata satoshi por satoshi. pic.twitter.com/hbYSwtaBqa— ₿runo Oliveira (@sucateirocripto) August 17, 2025

Muitas vezes, os valores eram pequenos, como RR$ 75 reais em latas que viravam seis mil satoshis. Mas a mensagem era clara: não existe desculpa para não investir. Essa visão chamou atenção de figuras do mercado cripto como Pete Rizzo, editor do Bitcoin Magazine, que o apelidou de “crypto scrapper”.

THIS BRAZILIAN MAN HAS BEEN COLLECTING SCRAP CANS ON STREETS FOR 2 YEARS TO BUY #BITCOIN

HE IS CLOSING IN ON 1 BTC. LEGENDARY 🔥 pic.twitter.com/RVxy6S1fte— The Bitcoin Historian (@pete_rizzo_) September 19, 2025

A comunidade enxergou nele uma metáfora viva do mecanismo de Proof of Work (PoW) do Bitcoin. Assim como a rede exige esforço computacional para validar transações, Bruno transformava seu suor em riqueza digital.

A história, também contada pelo youtuber Minello, rapidamente viralizou em grupos de Telegram e fóruns de investidores, ultrapassando fronteiras e mostrando que o Bitcoin pode ser um caminho até mesmo para quem está fora do sistema bancário tradicional.

O presente inesperado da comunidade cripto

Em agosto de 2025, um desenvolvedor anônimo criou a memecoin BitCan na plataforma Beggs, em homenagem ao brasileiro.

Diferente de outras memecoins, todas as taxas de negociação iam direto para a carteira de Bruno. Em poucos minutos, o ativo já tinha alcançado US$ 100 mil em valor de mercado, chegando ao pico de US$ 430 mil em menos de meia hora.

O resultado foi US$ 20 mil enviados diretamente ao brasileiro. Bruno acordou e descobriu que havia conquistado mais em um dia do que em anos de trabalho pesado.

A imagem de uma latinha com o símbolo do Bitcoin estampada viralizou, consolidando sua trajetória como uma das mais inspiradoras do universo cripto.

A Cointelegraph está comprometida com um jornalismo independente e transparente. Este artigo de notícias é produzido de acordo com a Política Editorial da Cointelegraph e tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Os leitores são incentivados a verificar as informações de forma independente. Leia a nossa Política Editorial https://cointelegraph.com.br/editorial-policy

Mais sobre o assunto