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Escrito por Walter Barros ⁠, Staff Writer.Revisado por Lucas Caram ⁠, Staff Editor.

PicPay solicita autorização da SEC para IPO na Nasdaq

Últimas NotíciasPublicadoJan 6, 2026

Fintech brasileira controlada pelos irmãos Batista quer abrir capital em até US$ 500 milhões na bolsa eletrônica dos EUA.

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Resumo da notícia:

  • PicPay solicita à SEC autorização para IPO na Nasdaq.
  • Fintech brasileira quer captar até US$ 500 milhões.
  • Citigroup, Bank of America (BofA) Securities e RBC Capital Markets atuam como coordenadores globais.

O banco digital brasileiro PicPay anunciou na última segunda-feira (5) que ingressou com um pedido na SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos) para uma oferta pública inicial (IPO) de suas ações ordinárias Classe A na bolsa eletrônica Nasdaq.

Segundo a empresa controlada pela holding J&F, dona da processadora de carnes JBS, dos irmãos Batista, o número de ações a serem oferecidas e a faixa de preço da oferta ainda não foram definidos, embora portais como Valor e G1 tenham informado que o PicPay pretende captar até US$ 500 milhões, em caso de aprovação da IPO.

A empresa sustentou, no entanto, que a oferta está sujeita às condições de mercado e outras condições, bem como à conclusão do processo de análise da SEC. Em caso de aprovação, o PicPay informou que pretende listar suas ações ordinárias Classe A com o ticker “PICS”.

A fintech acrescentou que o Citigroup, o Bank of America (BofA) Securities e o RBC Capital Markets atuam como coordenadores globais conjuntos da oferta proposta. O Mizuho e a Wolfe | Nomura Alliance também atuam como gestores conjuntos da oferta, e o FT Partners atua como cogestor.

O PicPay também informou que atende a mais de 66 milhões de clientes em todo o Brasil, dos quais 42 milhões estavam ativos no terceiro trimestre de 2025, e registrou um retorno anualizado sobre o patrimônio líquido (ROE) de 17,4% no mesmo período.

Nos primeiros nove meses de 2025, o PicPay registrou receita total e lucro operacional de R$ 7,3 bilhões (aproximadamente US$ 1,37 bilhão) e lucro líquido de R$ 313,8 milhões (aproximadamente US$ 59 milhões), com depósitos de clientes no valor de R$ 27 bilhões (aproximadamente US$ 5 bilhões) em 30 de setembro de 2025, segundo a empresa.

Enquanto isso, o Banco Central prevê integração de Pix, Drex, tokens RWA e Open Finance até 2029, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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