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Escrito por Cassio GussonRedatorRevisado por Lucas CaramEditor

Preço do Bitcoin hoje, 08/06/2026: BTC tenta recuperação em US$ 63 mil

Últimas NotíciasPublicado8 de jun. de 2026

O BTC conseguiu um alívio no final de semana e subiu cerca de 5% no período voltando a ser negociado acima de US$ 63 mil.

12h

Análise da BingX

A semana de mercado mostrou uma divisão mais nítida entre ativos tradicionais de risco e cripto. Ações dos EUA permaneceram fortes, a volatilidade caiu e ações de semicondutores continuaram ganhando com a narrativa de infraestrutura de IA. Cripto se moveu na direção oposta, com Bitcoin e Ethereum caindo bruscamente conforme saídas de ETF aumentaram e posições alavancadas foram fechadas.

A história principal é como os investidores estão escolhendo onde colocar seu dinheiro. Ainda estão apoiando crescimento de longo prazo em IA, semicondutores, finanças tokenizadas e próximos IPOs. No entanto, inflação persistente, taxas de juros mais altas e fluxos mais fracos de ETF cripto estão tornando os investidores mais cuidadosos sobre quais áreas de crescimento recebem novo financiamento.

Panorama de mercado: equities foram estáveis, cripto rompeu para baixo

Do início da semana até 4 de junho, o S&P 500 ficou praticamente estável em +0,15%. O Nasdaq 100 subiu 0,78%, o Dow avançou 0,73% e o Russell 2000 ganhou 1,31%. O VIX caiu 3,34%, enquanto o yield do Treasury de 10 anos permaneceu em torno de 4,47% e o de 30 anos ficou pouco abaixo de 5,0%. Isso significa que o rally de ações não foi devido a taxas de juros mais baixas.

Cripto foi muito mais fraco. Bitcoin caiu 13,98% de 31 de maio até os dados mais recentes de 4 de junho, enquanto Ethereum caiu 12,43%, transformando o que tinha sido uma consolidação controlada em um evento de liquidez mais significativo. O CoinStats reportou que BTC negociava perto de US64.024 e ETH perto de US$ 1.789 em 4 de junho, com mais de US200 bilhões apagados da capitalização total do mercado cripto em 24 horas.

A conclusão é clara: ações ainda são apoiadas por lucros, investimento em IA e volatilidade mais baixa, enquanto cripto é mais afetado por dinheiro deixando o mercado. Essa diferença é importante porque Bitcoin e Ethereum agora estão negociando mais como ativos institucionais grandes, não apenas como parte do mundo cripto.

Macro: dados de trabalho mais fracos ajudam o Fed, mas inflação alta ainda limita alívio

O cenário macro ficou mais complicado nesta semana. A ADP reportou que empregadores privados adicionaram apenas 3.000 empregos em maio, com ganhos concentrados em educação e serviços de saúde, comércio e transporte, e serviços profissionais. Esse sinal de trabalho mais fraco normalmente ajudaria ativos de risco porque reduz pressão no Fed para permanecer restritivo.

O desafio é que a inflação ainda é muito alta para o Fed mudar para uma postura mais favorável. O relatório de PCE de abril mostrou o índice de preços subindo 0,4% no mês e 3,8% no ano, enquanto PCE núcleo subiu 0,2% mensalmente e 3,3% anualmente. Gastos pessoais aumentaram 0,5%, mas a taxa de poupança caiu para 2,6%, significando que as pessoas ainda estão gastando mas têm menos colchão financeiro.

A ata do Fed reforça essa tensão. Uma maioria de participantes disse que algum aperto na política poderia ser apropriado se a inflação permanecer persistentemente acima de 2%, enquanto vários oficiais se opuseram a linguagem implying um viés de flexibilização. Isso significa que mercados podem rally em dados de trabalho mais fracos, mas ainda não podem contar com o Fed para fornecer um amplo tailwind de liquidez.

Cripto: saídas de ETF viraram um ciclo de desalavancagem

A principal história cripto desta semana foi uma queda acentuada na demanda por ETF. O Yahoo Finance reportou que ETFs spot de Bitcoin e Ether dos EUA tiveram US$609,3 milhões em saídas líquidas em uma sessão, com 519,1 milhões de ETFs de Bitcoin e US$519,1 milhões de ETFs de Bitcoin e US$90,2 milhões de ETFs de Ether. Durante esse tempo, Bitcoin negociou perto de US$65.700 e Ether caiu abaixo de US$ 1.900.

O CoinStats mostrou um movimento ainda maior em 3 de junho, com US$396,6 milhões deixando ETFs spot de Bitcoin, US$53,0 milhões em resgates de ETF de Ethereum, e cerca de US$1,75 a US$1,84 bilhões em derivativos cripto liquidados em 24 horas. O open interest de Bitcoin caiu 22% para US$48,43 bilhões, e o open interest de Ethereum também caiu 22% para US$26,59 bilhões, sugerindo que isso foi mais sobre resets de posição forçados do que apenas venda spot.

Isso importa por mais do que apenas a queda de preço. Saídas de ETF significam menos compra institucional, e lower open interest mostra que a alavancagem está sendo liquidada. Embora isso possa preparar um mercado mais saudável mais tarde, no curto prazo torna rallies menos prováveis de durarem até os fluxos de ETF se estabilizarem.

IA e semicondutores: investidores ainda querem exposição a infraestrutura

Ações de IA permaneceram fortes nesta semana. NVIDIA subiu 2,11% do início da semana até 4 de junho, e o VanEck Semiconductor ETF subiu 6,15%. Isso mostra que ações de semicondutores continuaram atraindo investimento, mesmo com o mercado mais amplo sendo mais volátil.

Essa força vem dos últimos lucros da NVIDIA, que continuam sustentando a história de infraestrutura de IA. A NVIDIA reportou receita no Q1 FY2027 de US$81,6 bilhões, alta de 85% em relação ao ano passado, com receita recorde de Data Center de US$75,2 bilhões e guidance de Q2 de US$ 91,0 bilhões, com margem de 2%. Esses números mantêm a história de investimento em IA avançando, mesmo com investidores dando mais atenção a valuations e taxas de juros.

A questão agora não é se há demanda por IA. É se mercados públicos continuarão apoiando infraestrutura de IA, especialmente com taxas de juros altas e novos IPOs de IA competindo por investimento.

Pipeline de IPO: o próximo teste de liquidez vai além de SpaceX

O pipeline de IPO agora é um tema de mercado maior, não apenas sobre uma empresa. A Anthropic disse que confidencialmente apresentou para um IPO nos EUA após arrecadar US$65 bilhões com valuation de US$965 bilhões no final de maio. O mesmo relatório disse que SpaceX deve começar seu roadshow em 4 de junho, buscando arrecadar cerca de US$75 bilhões com valuation de US$1,75 trilhão, e OpenAI pode listar tão cedo quanto setembro com possível valuation de US$ 1 trilhão.

Isso é importante porque mercados públicos em breve podem precisar lidar com várias grandes empresas privadas abrindo capital ao mesmo tempo. Se há forte demanda, essa onda de IPO poderia impulsionar a operação de IA e inovação deixando investidores comprarem em empresas líderes de IA, espaço e computação. Se a demanda é fraca, poderia levar a uma reavaliação mais ampla de valuations de empresas privadas e investimentos de crescimento de longo prazo.

A questão principal não é apenas sobre liquidez, mas sobre como valuations mudam. Essas empresas foram avaliadas em mercados privados durante um período de forte entusiasmo com IA, e agora investidores públicos terão que decidir se esses preços ainda fazem sentido com taxas mais altas e mais volatilidade de mercado.

RWA: Treasuries tokenizadas ainda são úteis, mas crescimento desacelerou

Treasuries tokenizadas permaneceram um dos temas cripto mais estáveis para instituições, mas o crescimento desacelerou. A RWA.xyz reportou US$ 14,72 bilhões em valor de Treasury tokenizada em 4 de junho, abaixo 2,24% nos últimos 30 dias, com APY de 7 dias de 3,37%. Circle, Ondo, Franklin Templeton e Securitize continuam sendo as maiores plataformas por valor.

Isso é importante porque RWA ainda é suportado pelo mesmo fator que está prejudicando preços cripto: yields altos de Treasuries. Taxas mais altas tornam produtos de Treasury tokenizados atraentes para caixa on-chain e garantia, mas também tornam as pessoas menos interessadas em investimentos cripto mais arriscados. Isso cria uma divisão em ativos digitais, onde produtos regulados que geram yield permanecem populares enquanto tokens e ETFs veem saídas.

11h

Análise Bitfinex

O Bitcoin entrou de forma mais clara em uma fase de correção mais profunda, atingindo uma mínima de vários anos em US$ 59.200 no dia 5 de junho e ampliando a queda para 53% em relação à máxima histórica registrada em outubro de 2025. O movimento foi impulsionado por uma combinação de saídas recordes dos ETFs à vista, desalavancagem no mercado de derivativos e um ambiente macroeconômico ainda restritivo, com o rendimento dos Treasuries de 10 anos acima de 4,45% e expectativas de que o Federal Reserve mantenha os juros elevados por mais tempo.

Os dados on-chain e de fluxo reforçam a percepção de que o mercado atravessa um período marcado por distribuição de posições, e não por uma capitulação clássica. O Spot Cumulative Volume Delta (CVD) voltou a registrar forte deterioração após uma fase consistente de acumulação entre abril e maio, indicando que investidores que compraram recentemente estão aproveitando momentos de fraqueza para encerrar posições.

Além disso, o preço médio de aquisição dos detentores de curto prazo ficou abaixo da chamada True Market Mean, atualmente em US$ 77.800, sinalizando que muitos participantes mais recentes estão operando no prejuízo. Isso tende a criar resistência adicional sempre que o mercado tenta se recuperar. Com o Bitcoin se aproximando agora do custo realizado mais amplo, em torno de US$ 53.900, os repiques vêm sendo utilizados para realização de lucros e redução de exposição, e não para novas compras. O cenário sugere que o mercado permanece em uma postura defensiva até que a demanda no mercado à vista volte a ganhar força de forma consistente.

10h

Gil Herrera, diretor de estratégia e expansão da Bitget para a América Latina.

O Bitcoin segue pressionado na faixa dos US$ 63 mil em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio, após a troca de ataques entre Israel e Irã pela primeira vez desde o cessar-fogo firmado em abril. Ao mesmo tempo, os dados de emprego nos Estados Unidos reforçaram a percepção de que o Federal Reserve poderá manter uma postura monetária restritiva por mais tempo.

O payroll de maio veio acima das expectativas, com a criação de 172 mil vagas, enquanto a taxa de desemprego permaneceu em 4,3% e os salários seguiram resilientes. O resultado levou o mercado a reduzir as apostas em cortes de juros no curto prazo, impulsionando os rendimentos dos Treasuries e fortalecendo o dólar.

Esse movimento acaba pressionando ativos de risco, incluindo Bitcoin e Ethereum, já que juros mais altos reduzem a liquidez disponível no mercado e aumentam a atratividade da renda fixa americana. O mercado de títulos segue sendo o principal indicador a ser observado neste momento, refletindo um cenário de crescimento econômico ainda resiliente, inflação persistente e condições financeiras mais apertadas.

Os ETFs spot de Ethereum também ampliaram o movimento negativo e registraram a quarta semana consecutiva de saídas líquidas, com US$ 168 milhões em retiradas até sexta-feira, reforçando o atual sentimento de aversão ao risco no mercado.

7h

O preço do Bitcoin (BTC), na manhã desta segunda-feira, 08/06/2026, está cotado em R$ 328.049,94. O BTC conseguiu um alívio no final de semana e subiu cerca de 5% no período voltando a ser negociado acima de US$ 63 mil.

Força do mercado de futuros

Na Binance, que hoje concentra cerca de 38% do interesse em aberto (Open Interest) total do Bitcoin, a pressão vendedora aumentou consideravelmente ao longo da semana passada. Ordens agressivas de venda (taker sells) atingiram níveis excepcionalmente elevados.

A última vez que uma onda tão concentrada de vendas foi observada na Binance ocorreu no início de fevereiro, quando o Bitcoin caiu abaixo de US$ 60 mil. Somente na sexta-feira, a exchange registrou quase US$ 15 bilhões em volume de vendas no mercado futuro, um nível que indica forte capitulação por parte dos participantes do mercado.

O restante da semana seguiu o mesmo padrão, com volumes diários de venda variando entre US$ 10 bilhões e US$ 13 bilhões. Com isso, a média semanal de vendas na Binance saltou de US$ 4,4 bilhões para quase US$ 10 bilhões.

Essa pressão oriunda do mercado de derivativos é um dos principais fatores por trás da forte correção do Bitcoin nos últimos dias. Ao mesmo tempo, os ETFs spot de Bitcoin registraram cerca de US$ 1,75 bilhão em saídas líquidas ao longo da semana, marcando o pior desempenho semanal desde abril de 2025.

Como os volumes negociados em contratos futuros continuam superando amplamente os do mercado à vista, sua influência sobre a dinâmica de preços do Bitcoin se tornou cada vez mais relevante. Por isso, acompanhar de perto o comportamento dos investidores nos mercados de derivativos permanece essencial para antecipar movimentos de volatilidade e identificar a direção futura do mercado.

Força dos mineradores

O Índice de Pressão de Venda dos Mineradores de Bitcoin (MSPI) mostra uma forte escalada nas transferências de BTC dos mineradores para exchanges durante a primeira semana de junho, culminando em 12.413 BTC enviados para plataformas de negociação em 4 de junho. Em relação à atual taxa de emissão pós-halving, esse volume equivale a 27,6 vezes a recompensa diária dos blocos, colocando a atividade dos mineradores firmemente na categoria de Liquidação Extrema de Reservas.

O detalhe mais importante é que esse aumento não está sendo impulsionado pela indústria de mineração como um todo. Mais de 99% da pressão vendedora observada teve origem na BTC.com, enquanto o restante do setor permaneceu notavelmente estável. Os fluxos básicos dos demais mineradores ficaram, em média, entre 50 e 85 BTC por dia ao longo do período, mostrando poucos sinais de distribuição generalizada de reservas ou de estresse financeiro em todo o setor.

Após recuarem para 3.243 BTC em 31 de maio, os fluxos dos mineradores aceleraram abruptamente para 11.360 BTC em 1º de junho e permaneceram acima de 9.500 BTC nos dias seguintes, incluindo duas sessões distintas com mais de 12.400 BTC enviados para exchanges. A persistência desses fluxos elevou o MSPI muito acima de sua média móvel de sete dias, confirmando que o movimento reflete um aumento real da oferta direcionada às exchanges, e não apenas vendas operacionais rotineiras.

A concentração dessa atividade é uma distinção crucial. Uma participação ampla de várias empresas de mineração normalmente indicaria realização de lucros em escala setorial ou pressão financeira disseminada. No entanto, os dados atuais apontam para um evento de liquidez altamente localizado, dominado por um único participante. Isso significa que a pressão vendedora destacada nas manchetes parece substancialmente maior do que o comportamento real do restante do ecossistema de mineração.

De acordo com a leitura mais recente, o mercado está absorvendo uma das maiores injeções de oferta provenientes de mineradores desde o quarto halving do Bitcoin. Ainda assim, a estabilidade dos fluxos originados fora da BTC.com indica que não há sinais visíveis de uma capitulação sistêmica dos mineradores. O principal sinal continua sendo uma liquidação concentrada de reservas por parte de um agente específico, e não uma distribuição ampla por toda a indústria de mineração.

Bitcoin análise técnica

De acordo com uma análise publicada pelo perfil TradingShot na plataforma TradingView, a criptomoeda registrou um chamado "death cross" no gráfico de três dias, um padrão que historicamente esteve associado aos principais ciclos de baixa do ativo e que, em ocasiões anteriores, antecedeu quedas superiores a 50%.

O sinal ocorre quando a média móvel de 50 períodos cruza para baixo da média móvel de 200 períodos. Embora o indicador não funcione como uma garantia de novas perdas, ele costuma ser interpretado como uma evidência de enfraquecimento da tendência de longo prazo. Desde 2014, todas as vezes que esse cruzamento aconteceu durante mercados de baixa, o Bitcoin continuou recuando de forma significativa nos meses seguintes.

Os dados históricos reforçam a preocupação. Durante o inverno cripto de 2018 e também no mercado de baixa de 2022, o Bitcoin acumulou perdas ligeiramente superiores a 52% após a confirmação do death cross. No ciclo de 2014, o movimento foi ainda mais intenso, alcançando uma desvalorização próxima de 57%. Agora, o cenário volta a apresentar características semelhantes, com a média móvel de 50 períodos inclinando para baixo e cruzando abaixo da média de 200 períodos, enquanto o preço já negocia abaixo de ambas as linhas de tendência.


Caso o comportamento histórico se repita, alguns analistas acreditam que o Bitcoin poderá buscar níveis muito inferiores aos atuais. Uma correção semelhante às registradas nos ciclos anteriores projetaria a criptomoeda para a região de US$ 36 mil. O nível também coincide com a extensão de Fibonacci de 1,618, uma referência técnica que marcou os fundos de mercado em 2018 e 2022. Por isso, a faixa entre US$ 40 mil e US$ 36 mil começa a ser observada como uma possível zona de acumulação para investidores de longo prazo.

A projeção pessimista surge poucos dias após o Bitcoin ter renovado o entusiasmo do mercado ao atingir quase US$ 74 mil entre os dias 4 e 5 de março. Naquele momento, o movimento foi impulsionado por liquidações de posições vendidas, entrada de recursos nos ETFs spot de Bitcoin negociados nos Estados Unidos e pela percepção de que a criptomoeda estava demonstrando resiliência mesmo diante da escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Outro fator que chamou a atenção dos analistas foi a correlação observada entre o Bitcoin e o dólar americano. Historicamente, o fortalecimento da moeda norte-americana costuma pressionar ativos de risco. No entanto, desde o fim de 2024, episódios de valorização simultânea entre o dólar e o Bitcoin passaram a ocorrer com maior frequência. Ainda assim, a recente recuperação perdeu força rapidamente e boa parte dos ganhos acumulados durante a semana acabou sendo devolvida pelo mercado.

Apesar disso, os indicadores de momento não apontam para um cenário de pânico absoluto. O Índice de Força Relativa (RSI), um dos principais medidores de sobrecompra e sobrevenda do mercado, está em 45,93 pontos. Como a escala varia de 0 a 100, o indicador permanece em território neutro, sugerindo que ainda existe espaço tanto para uma nova onda de vendas quanto para uma eventual recuperação caso fatores macroeconômicos ou institucionais voltem a favorecer o mercado de criptomoedas.

Portanto, o preço do Bitcoin em 08 de junho de 2026 é de R$ 328.049,94. Neste valor, R$ 1.000 compram 0,0031 BTC e R$ 1 compram 0,0000031 BTC.

As criptomoedas que estão registrando as maiores altas no dia 08 de junho de 2026, são: Audiera (BEAT), siren (SIREN) e DeXe (DEXE), com altas de 83%, 32%, e 11%, respectivamente

As criptomoedas que estão registrando as maiores baixas no dia 08 de junho de 2026, são: Bitcoin Cash (BCH), Binance Life e Ethena (ENA), com quedas de -10%, -9% e -7% respectivamente.

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