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Escrito por Cassio Gussonstaff writerRevisado por Lucas Caramstaff editor

Preço do Bitcoin hoje, 11/06/2026: BTC sobe 2% e volta para US$ 62 mil mas ainda sem forças

Últimas NotíciasPublicadoJun 11, 2026

Buscando uma recuperação, o BTC voltou a registrar uma alta de 2%, que levou o ativo para US$ 62 mil, mantendo a posição lateral do ativo.

9h50

Marco Aurélio, CIO da Vault Capital

O mercado segue com volatilidade alta diante da instabilidade da guerra, operando de forma irracional. Os EUA iniciaram nova rodada de ataques ao Irã, o Irã anunciou o fechamento total do Estreito de Ormuz em resposta, e a mídia estatal iraniana afirma que o Exército atacou a Quinta Frota americana no Bahrein. A escalada é concreta e segue alimentando o mesmo ciclo de sempre.

No fim das contas, a continuidade desse conflito leva a um só lugar: inflação mais alta, com o petróleo grudado na região elevada em que se encontra. O que parece estar acontecendo é o mercado nutrindo esperança de que, depois de cada nova onda de ataques, estaríamos mais perto de um acordo. Mas honestamente não faz sentido tentar compreender a guerra. O caminho mais sólido é olhar para os níveis pré-estabelecidos e entender o comportamento do ativo, porque daqui a alguns dias tudo isso vira apenas ruído no preço.

Na estrutura de opções, há uma região de resistência relevante em $64k, onde o

GEX fica positivo. Para chegar lá, o preço precisa antes cruzar o gamma flip em $63.500. Vale explicar a dinâmica: acima do gamma flip, os dealers entram em território de gamma positivo, onde precisam vender quando o preço sobe e comprar quando cai para manter seus livros neutros. Na prática, isso significa que cada avanço em direção a $64k encontra venda mecânica dos dealers, o que freia a alta e tende a estabilizar o preço nesse teto em vez de deixá-lo correr. Por isso $64k tende a funcionar como uma barreira temporária forte, não porque empurra o preço pra baixo, mas porque tira a força do movimento de subida.

Diante do excesso de ruído geopolítico, a leitura de curto prazo segue sem convicção de alta. A guerra distorce o preço no intraday, mas não muda o quadro estrutural: enquanto o BTC não reconquistar e sustentar $65k com fluxo spot comprador real por trás, qualquer movimento em direção a $64k-$65k é tentativa, não rompimento. Os repiques que vimos até aqui foram movidos por cobertura de posições vendidas e ruído de manchete, não por demanda compradora efetiva. É exatamente esse tipo de alta que não sustenta nível e devolve o ganho, e por isso não a trato como início de reversão até que a estrutura prove o contrário.

9h

Gil Herrera, diretor de estratégia e expansão da Bitget para a América Latina

O Bitcoin avança cerca de 2,4% nesta quinta-feira e volta a se aproximar da região de US$ 63 mil, mostrando sinais de estabilização após um período de forte volatilidade. Apesar da recuperação observada no curto prazo, o cenário técnico ainda inspira cautela, já que o ativo segue negociado abaixo de importantes níveis de resistência, incluindo as médias móveis de 50, 100 e 200 dias.

Ao mesmo tempo, o índice Fear & Greed permanece em território de medo extremo, refletindo uma postura ainda defensiva dos investidores diante das incertezas macroeconômicas e dos recentes fluxos de saída de capital do mercado. Para que o movimento de alta ganhe mais consistência, será importante acompanhar a capacidade do Bitcoin de superar as resistências técnicas próximas e recuperar a confiança dos participantes do mercado.

7h

O preço do Bitcoin (BTC), na manhã desta quinta-feira, 11/06/2026, está cotado em R$ 325.722,45. Buscando uma recuperação, o BTC voltou a registrar uma alta de 2%, que levou o ativo para US$ 62 mil, mantendo a posição lateral do ativo.

De acordo com André Franco, CEO da Boost Research, os mercados globais recuaram nesta quinta-feira, com investidores reagindo à combinação de sell-off em tecnologia, inflação americana mais forte e nova escalada geopolítica envolvendo EUA e Irã. O índice MSCI Ásia-Pacífico caiu 0,9%, enquanto o Kospi da Coreia do Sul recuou 3%, pressionado por realização em ações de tecnologia e semicondutores após forte rali recente.

Além disso, o petróleo voltou a subir, com o Brent avançando cerca de 2% para US$ 94,93 por barril, diante dos ataques americanos ao Irã e da retaliação iraniana com o fechamento do Estreito de Hormuz. Nos EUA, o S&P 500 e o Nasdaq caíram 1,6% e 2,0%, respectivamente, enquanto o dólar permaneceu firme e o mercado passou a precificar maior probabilidade de alta de juros pelo Fed em outubro.

Já o Bitcoin, cotado aproximadamente em US$ 62.400, apresenta expectativa de curto prazo neutra a levemente negativa. O cenário segue desfavorável para ativos de risco, petróleo em alta reforça preocupações inflacionárias, o dólar firme reduz liquidez global e a queda em tecnologia pesa sobre o apetite especulativo que também costuma sustentar criptoativos. Ainda assim, o BTC mostra alguma resiliência recuperando parte das perdas e se mantendo acima da região psicológica de US$ 60.000. No curto prazo a tendência é de consolidação volátil entre US$ 60.800 e US$ 63.200, com risco de nova pressão vendedora caso o petróleo continue subindo ou os yields avancem com apostas mais fortes em alta de juros pelo Fed.

Bitcoin análise técnica

De acordo com o analista e fundador da OutsetPR, Mike Ermolaev, A estrutura de Ondas de Elliott de curto prazo, a partir do pico de 6 de maio de 2026, está se desenvolvendo como um claro impulso de cinco ondas .

O analista aponta que a partir da máxima de 6 de maio, a onda ((i)) terminou em US$ 74.192, seguida por uma recuperação corretiva na onda ((ii)) que terminou em US$ 78.000.

Após essa retração, a criptomoeda retomou sua queda na onda ((iii)), que por sua vez se desenrolou como um impulso de menor grau. Dentro dessa sequência, a onda (i) terminou em US$ 72.462, enquanto a onda (ii) produziu uma recuperação modesta que terminou em US$ 74.223.

Assim, segundo ele, o movimento de baixa continuou à medida que o Bitcoin avançava para a onda (iii), atingindo US$ 61.310 antes de uma recuperação corretiva na onda (iv) terminar em US$ 64.687. Posteriormente, a onda (v) levou os preços para baixo, até US$ 59.104, completando a onda maior ((iii)).

Além disso, uma recuperação então se materializou, e a onda ((iv)) é considerada concluída em US$ 64.197. A partir desse nível, a criptomoeda retomou sua queda, reforçando a estrutura baixista mais ampla.

A análise de curto prazo sugere que, enquanto o pivô em US$ 78.000 permanecer intacto, espera-se que as altas não sejam bem-sucedidas. É provável que essas altas se desenrolem em sequências corretivas de três a sete oscilações, levando, em última instância, a uma maior pressão de baixa. Uma possível meta de queda é projetada na extensão de Fibonacci de 100% a 123,6% , medida a partir da máxima de 6 de outubro de 2025. Essa extensão coincide com a zona de preço de US$ 41.400 a US$ 52.200, uma área onde pode surgir um suporte significativo.", disse.

Portanto, o preço do Bitcoin em 11 de junho de 2026 é de R$ 325.722,45. Neste valor, R$ 1.000 compram 0,0030 BTC e R$ 1 compram 0,0000030 BTC.

As criptomoedas que estão registrando as maiores altas no dia 11 de junho de 2026, são: Audiera (BEAT), Curve Dao Token (CRV) e Monero (XMR), com altas de 54%, 22%, e 12%, respectivamente

As criptomoedas que estão registrando as maiores baixas no dia 11 de junho de 2026, são: sire (SIREN), Humanity (H) e Lighter (LIT), com quedas de -22%, -11% e -4% respectivamente.

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