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Escrito por Turner WrightRedatorRevisado por Sam BourgiRedator

Autoridades dos EUA trabalham com a CrowdStrike para combater malware por trás de roubo de cripto

Últimas NotíciasPublicado2 de set. de 2026

Autoridades federais e parceiros do setor privado participaram de uma operação para interromper um malware que redirecionou cerca de US$ 150.000 em cripto nos últimos oito anos.

Autoridades federais responsáveis pela aplicação da lei, em parceria com a empresa de tecnologia de cibersegurança CrowdStrike, anunciaram medidas contra entidades responsáveis por um malware que permitiu o roubo de US$ 150.000 em criptomoedas.

Em um comunicado divulgado na terça-feira, o Departamento de Justiça dos EUA  disse que havia desmantelado a botnet Sality e o malware em uma operação internacional com autoridades búlgaras, húngaras e romenas, além das parceiras do setor privado CrowdStrike e Shadowserver Foundation. Autoridades dos EUA disseram que a Sality foi responsável pela instalação de malware em dispositivos comprometidos desde 2003, resultando em roubos de criptomoedas e ataques cibernéticos.

A CrowdStrike relatou que, nos oito anos anteriores, as entidades por trás da Sality usaram o EggJagger, uma “ferramenta de clipjacking que monitora a área de transferência em busca de endereços de carteiras de criptomoedas e os substitui silenciosamente por endereços controlados pelo operador”, para roubar pelo menos 12,1 milhões de rublos, ou cerca de US$ 150.000, em criptomoedas. Segundo a empresa, o valor dos ativos digitais “nunca gastos” atingiu o pico de cerca de US$ 1,5 milhão em janeiro de 2025.

“Quando uma vítima copia um endereço de Bitcoin ou Ethereum para fazer um pagamento, os fundos são redirecionados”, disse a CrowdStrike, explicando a técnica por trás do roubo.

Segundo a CrowdStrike, os criminosos por trás da Sality “perderam a capacidade de se comunicar com as máquinas infectadas” como resultado dos esforços das autoridades para interromper a rede. Autoridades dos EUA e a empresa disseram que a Sality era usada para roubar cripto, enquanto cerca de 15.000 computadores infectados formavam parte de uma botnet ponto a ponto que verificava se seus sistemas estavam online a cada 40 minutos.

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