Daniel Mascarenhas Alvim de Carvalho foi impedido de atuar no Brasil oferecendo investimentos por meio da administração de carteiras de valores mobiliários, segundo determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), publicada em 18 de dezembro.

A deliberação 840, destaca que a partir de denúncia recebida, a CVM apurou a existência de indícios de que o Carvalho exerceu em caráter profissional a atividade administração de carteiras de valores mobiliários. Antes da emissão do alerta, a autarquia disse que notificou Daniel que não apresentou resposta aos questionamentos formulados pela CVM sobre a denúncia.

"A atividade de prestação de serviço de administração de carteiras de valores mobiliários depende de prévia autorização da CVM; e o exercício da atividade de administração de carteiras sem a observância dos requisitos legais ou regulamentares autorizam a CVM a determinar a suspensão de tais procedimentos, na forma do art. 23 da Lei nº 6.385, de 7 de dezembro de 1976", disse a CVM.

Desta forma, a CVM determinou a imediata suspensão da veiculação no Brasil de qualquer oferta de serviço de administração de carteiras de valores mobiliários, alertando que a não observância da presente determinação o sujeitará à imposição de multa cominatória diária, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

Até o momento da publicação desta reportagem, Daniel Mascarenhas Alvim de Carvalho não se manifestou oficialmente sobre a determinação da CVM.

Em 2011, Carvalho, chegou a ser preso pela Polícia Rodoviária Federal sob acusação de disputar corrida de carros ilegal, prática conhecida como racha, em Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro.

Na época, de acordo com testemunhas ouvidas pela Polícia Rodoviária Federal, um comboio composto por um Porsche Cayman, um Audi S5, um BMW 550i e outro BMW M3, trafegava em velocidade superior a 200 km/h, enquanto um dos rapazes filmava as manobras na rodovia. 

Como noticiou o Cointelegraph, em outro caso de atuação ilegal no oferecimento de investimentos, o  <a data-cke-saved-href=" tags="" venezuela="">venezuelano, Rafael Martins Suarez Salazar, foi preso pela Polícia Civil de Manaus por aplicar um suposto golpe com Bitcoin e criptomoedas. Salazar prometia rendimentos de até 60% em 12 dias por meio de supostas aplicações com Bitcoin.

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