A criptomoeda brasileira BRZ, pareada ao real e criada pela Transfero, atingiu em maio  a marca de 1 bilhão de tokens em circulação, tendo encerrado o mês com 1.175.549.381 unidades no mercado.

Com isso, BRZ se tornou a maior stablecoin pareada a uma moeda nacional não dólar do mundo em capitalização de mercado, com reservas equivalentes a US$ 230 milhões. 

"BRZ está seguindo a trajetória para a qual foi desenhado, estabelecendo-se com confiança, transparência e chegando ao posto de maior stablecoin lastreada em moeda fiduciária não dólar do mundo em menos de dois anos de existência. Estamos muito contentes em anunciar esse novo marco ao mercado num momento de cada vez maior consolidação dos criptoativos", disse o CFO da Transfero, Carlos Russo.

Atualmente o BRZ é a principal criptomoeda pareada ao real e está integrado às blockchains da Ethereum, Solana, Stellar, Algorand e Binance Smart Chain com um volume de operações mensal superior a R$ 320 milhões, tendo alcançado mais de 1 bilhão de tokens em circulação.

Além disso a Transfero é uma das fundadoras da Stablecoin Alliance, organização destinada a promover o desenvolvimento das stablecoins no mundo. E, em parceria com a Solana Foundation, patrocina um hackathon que vai distribuir até US$ 1 milhão em premiações.

BRZ

Recentemente o Blockfolio anunciou a integração do BRZ em seu portifóio. Dessa forma, além de manter um portfólio com saldo em BRZ, os usuários do Blockfolio podem comprar a stablecoin através do aplicativo, que funciona também como uma carteira para criptomoedas.

De acordo com Sam Bankman-Fried, a integração entre o Blockfolio e a FTX permitiu ao aplicativo negociar criptomoedas e até ações ‘tokenizadas’ que fazem sucesso na exchange.

“Você pode, na verdade, comprar e vender coisas com ele (Blockfolio).”

Quem também anuncio parceria com a BRZ foi a exchange chinesa Coinbene.

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