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Escrito por Yashu Gola ⁠, Staff Writer.Revisado por Allen Scott ⁠, Staff Editor.

Fundo do Bitcoin em US$ 60 mil? A resposta pode estar no gráfico de dominância da Tether

MercadosPublicadoFeb 9, 2026

O preço do Bitcoin mais do que dobrou da última vez em que a dominância da Tether no mercado de criptomoedas atingiu um topo, um sinal que volta a piscar em 2026.

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O Bitcoin (BTC) pode formar um fundo nas próximas semanas, à medida que a dominância do USDt (USDT) da Tether retesta um nível-chave de resistência que antecedeu o fundo do ciclo do BTC em 2022.

Topos da dominância da Tether se alinham a fundos do BTC

Em fevereiro, a dominância da Tether atingiu a faixa de 8,50% a 9,00% (a área vermelha no gráfico abaixo), revisitando uma zona historicamente relevante que anteriormente coincidiu com os fundos do mercado de baixa do Bitcoin.

Quando a participação de mercado do USDt sobe, geralmente significa que os traders estão adotando uma postura defensiva e estacionando recursos em stablecoins, em vez de ativos mais arriscados como o Bitcoin. Da mesma forma, uma rotação de volta para o mercado cripto costuma coincidir com a queda da dominância do USDt.

Essa relação inversa ficou especialmente clara em novembro de 2022, quando a dominância do USDt atingiu o topo na faixa de 8,50% a 9,00%, ao mesmo tempo em que o Bitcoin formava um fundo de vários meses perto de US$ 15.700.

Gráfico semanal de desempenho BTC/USD vs. dominância do USDt. Fonte: TradingView

À medida que a dominância do USDT recuou a partir desse topo, o Bitcoin subiu para acima de US$ 31.000 até março de 2024, quase dobrando de valor enquanto a dominância das stablecoins seguia em queda.

Um padrão semelhante se repetiu em 2023–2024, quando o preço do Bitcoin avançou quase 200% um ano após a dominância do USDt atingir um topo.

Como resultado, as chances do Bitcoin formar um fundo nas próximas semanas podem aumentar caso a dominância do USDt não ultrapasse a faixa de 8,50% a 9,00%.

Fractal do gráfico do Bitcoin reforça cenário de alta

O Bitcoin também apresenta, no gráfico semanal, uma combinação já conhecida que coincidiu com fundos macro no passado.

Especificamente, em fevereiro, o índice de força relativa (RSI) semanal do BTC caiu abaixo do nível de sobrevenda de 30. Ao mesmo tempo, o preço reagiu após testar a média móvel simples de 200 semanas (SMA de 200 semanas, a linha azul).

Gráfico semanal do preço BTC/USD. Fonte: TradingView

Essa combinação, com exceção de 2022, antecedeu recuperações de preço de vários meses. Isso incluiu uma alta de 1.115% no preço do BTC em 2020–2021, ganhos de aproximadamente 350% em 2018–2019 e uma explosão de preço em torno de 8.500% em 2015–2017.

Em fevereiro, o sentimento de “comprar na queda” também se reflete nos fluxos reais. Por exemplo, grandes detentores de Bitcoin, ou “baleias”, aproveitaram a queda do preço do BTC abaixo de US$ 60.000 para acumular cerca de 40.000 BTC.

Além disso, a exchange de criptomoedas Binance adicionou cerca de US$ 300 milhões em Bitcoin à sua reserva SAFU durante o período de queda. A Strategy também divulgou recentemente uma nova compra de BTC no valor de US$ 90 milhões.

Em uma nota enviada aos clientes na segunda-feira, analistas da Bernstein, liderados por Gautam Chhugani, descreveram o recuo atual do preço do BTC como o “mais fraco” da história e reiteraram uma meta de US$ 150.000 para o BTC até o fim de 2026.

Este artigo é produzido de acordo com a Política Editorial da Cointelegraph e destina-se apenas a fins informativos. Não constitui aconselhamento de investimento ou recomendações. Todos os investimentos e negociações envolvem riscos; os leitores são incentivados a realizar pesquisas independentes.

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