A Wibix, criptomoeda desenvolvidas por brasileiros, vem anunciando diversas parcerias em 2020 e espera crescer ainda mais em 2021.

Em 2020, a empresa obteve 20 mil novos clientes entre consumidores e anunciantes. No caso de empresas, foram 400 contas novas no ano.

Portanto os dados revelam que houve um incremento de 20% da base de usuários total em relação ao ano passado – e de 100% se considerarmos apenas os anunciantes.  

A moeda digital tem forte presença no varejo, com destaque para o segmento de food service.

Wibx

Entre os novos clientes em sua plataforma, estão as redes Pobre Juan, Rei do Mate e Mistral.

Assim, a projeção de faturamento até o fim de 2021 é de R$ 5 milhões em um cenário “pessimista”, segundo a empresa, mas há variantes que podem elevar este número de forma exponencial.  

“Mais espaço na mídia e o crescimento de projetos sérios e reais, como o nosso, são fatores que possibilitam que as pessoas comecem a se interessar mais pelas moedas digitais e ver que elas fazem parte da economia real”, explica Cássio Rosas, head de Marketing e Estratégia da WiBX.  

Para garantir essa presença na “economia real”, a moeda digital buscou parcerias. Uma das principais foi a inclusão no Mercado Bitcoin, a maior exchange digital da América Latina. A WiBX foi a primeira moeda digital a obter este feito e, agora, os usuários podem negociá-la e trocá-la por reais.  

Além disso, montou parceria com a Associação Nacional de Restaurantes (ANR), permitindo que os lojistas filiados tenham acesso a condições comerciais diferenciadas para experimentar e adotar o recurso. 

Também desenvolveu campanhas de marketing ousadas nas redes Shibata e Lopes Supermercados, possibilitando que o consumidor pudesse comprar produtos com as moedas digitais.  

“Além disso, pontos como a ‘digitalização’ do dinheiro, em voga com a chegada do PIX em novembro, também facilitam o entendimento e acesso das pessoas ao tema e reforçam a importância que as moedas digitais têm no mundo pós-pandemia”, conclui o executivo. 

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