
Fidelity adere aos esforços pela aprovação do CLARITY Act no Senado
A Fidelity instou o Senado dos EUA a aprovar a Lei CLARITY, juntando-se a grupos do setor e empresas de criptomoedas que defendem uma legislação sobre a estrutura do mercado.

Na sexta-feira, a Fidelity pediu ao Senado dos EUA que aprovasse o CLARITY Act, afirmando que regulamentações claras sobre ativos digitais são necessárias para fortalecer a confiança dos investidores, proporcionar segurança aos participantes do mercado e reforçar a liderança dos EUA nos mercados globais de criptomoedas.
A empresa se junta a uma crescente coalizão de empresas financeiras e organizações de criptomoedas que pressionam os legisladores dos EUA a avançarem com a legislação sobre a estrutura do mercado de ativos digitais.
Na manhã de sexta-feira, o Crypto Council for Innovation, a Digital Chamber e a Blockchain Association pediram aos líderes do Senado que levassem o projeto de lei à votação em plenário. O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, também pediu uma votação completa no plenário do Senado na quarta-feira.
A Lei CLARITY estabeleceria um arcabouço regulatório para ativos digitais nos EUA. O projeto de lei precisa de 60 votos para ser aprovado no Senado, onde os republicanos detêm uma maioria de 52 a 47. Os republicanos divulgaram um texto atualizado do projeto na quarta-feira, mas alguns democratas argumentaram que as disposições éticas não são suficientes para abordar as preocupações com a corrupção.
A Fidelity é classificada como a terceira maior gestora de ativos do mundo pelo Sovereign Wealth Fund Institute. Em seu relatório anual de 2025, a empresa reportou US$ 7,1 trilhões em ativos sob gestão.
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